Posts Tagged ‘Gestão de Frotas’
A sua frota gasta muito gasóleo?
A actual instabilidade política nos países do Médio Oriente tem servido de catapulta para os preços do combustível, provocando uma escalada apenas comparada a Agosto de 2008. Na altura, os camionistas portugueses uniram-se numa paralisação geral, em protesto aos excessivos preços do combustível. Esta semana, a ANTP manifestou o desejo de repetir aquele movimento, considerando-o como única alternativa ao aumento dos custos das transportadoras, derivado dos preços dos combustíveis.
De facto, em 2010 fecharam cerca de 1500 empresas transportadoras de mercadorias, vítimas da crise económica e do aumento dos preços dos combustíveis, segundo disse em Janeiro o especialista em transportes Carlos Barroso à Agência Financeira.
Foi a pensar nas empresas que dependem directamente do combustível que a Inosat, especialista em gestão de frotas e localização GPS, desenvolveu uma nova solução de poupança de combustível, o InoXpert. Este sistema permite poupar até 15% dos gastos de combustível com a sua frota, a partir da instalação de um dispositivo do Can Bus da viatura, que mede os gastos de combustível e analisa o estilo de condução do motorista.
Nova tecnologia da Inosat permite reduzir consumo da frota até 15%
A Inosat, especialista em soluções de localização GPS e gestão de frotas, desenvolveu uma nova tecnologia para empresas, que permite recolher informação do Can Bus da viatura e analisar o estilo de condução do motorista.
Através da extracção de relatórios do Can Bus, o gestor de frota passa a ter ferramentas para confrontar os seus motoristas e optimizar o seu estilo de condução. Esta nova solução da Inosat, designada InoXpert, permite assim reduzir até 15% do consumo de combustível.
O InoXpert possibilita ainda às empresas reduzir os custos associados à manutenção do veículo e o desgaste das viaturas, com a melhoria do estilo de condução do motorista.
Saiba mais sobre o InoXpert e comece já a poupar no combustível da sua frota!
Arval: Estratégia para 2011 passa por parcerias no negócio do cliente
As necessidades de mobilidade de uma empresa merecem atenção e acompanhamento permanente. A Arval mantém uma grande flexibilidade na estrutura contratual, propondo sistematicamente ajustamentos aos clientes sempre que tal seja benéfico para eles.
A AutoHoje falou com José Madeira Rodrigues, Director Comercial da Arval, que divulgou a estratégia da Arval para fazer face à crise.
A crise na economia mundial tende a manter-se por mais algum tempo e agravada em Portugal por um Orçamento muito rigoroso. As empresas vão continuar em contenção de despesas em 2011. Qual a vossa estratégia e que soluções vão apresentar aos vossos clientes perante este cenário de austeridade?
O serviço de gestão de frotas, quando realizado o seu potencial, contém em si três vertentes de parceria. A primeira, e tradicionalmente executada de melhor ou pior forma por todas as gestoras, trata-se de assegurar a operacionalidade da frota; a segunda tem a ver com a transferência do risco financeiro e técnico (a GF assume o risco de valor residual e de manutenção); finalmente a terceira vertente consiste na formação de uma parceria estratégica. É dentro do âmbito desta terceira vertente que se poderá encontrar a resposta às questões da contenção e optimização de custos. A Arval, não descurando as primeiras 2 vertentes, já há alguns anos que se destacou na sua capacidade de olhar para os custos totais de gestão de uma frota (TCO) e, em conjunto com os seus clientes, desenhar estratégias que visem o seu controlo, alicerçada sobre uma metodologia sólida que sistematicamente revê as áreas de custo, sejam as visíveis ou invisíveis, tornando-as, assim, mensuráveis. A este propósito, temos tido várias histórias de sucesso pela Europa fora com índices de satisfação acima dos 94% e poupanças de €390 euros por ano por viatura.
Numa altura em que as empresas dirigem a sua liquidez e pedidos de crédito para os processos de produção, o AOV parece encaixar neste cenário. O aluguer operacional afigura-se como a melhor solução para os próximos anos?
Foi sempre esse um dos pontos fortes do AOV. Certamente que as empresas empregam melhor o seu capital próprio investindo na sua actividade do que em viaturas. Estão mais vocacionados para gerir o risco da sua própria actividade do que o sector automóvel, que é crescente e imprevisível (eléctricos sobre produção de viaturas na Europa, etc).
O mercado de usados começa a ser importante para as gestoras de frotas. É um negócio rentável ou uma forma de compensar a crise?
Perceber o mercado de usados é fundamental para uma gestora de frotas, quem não faz por o acompanhar tem o seu destino traçado nesta actividade. A variável mamis influente na determinação do preço mensal é o montante atribuído ao valor residual. Imagine-se, a Arval tem na sua frota mundial mais de 700 000 viaturas, um erro de 1 000 euros (uma margem de erro que não é assim tão elevada) na previsão do valor residual levaria a uma perda de €700 milhões. Com valores destes não se brinca, pelo que conhecemos e gerirmos bem o canal de venda de usados é imprescindível. A crise veio apenas agudizar este imperativo, sendo que serviu também de catalizador e acelerador de algumas iniciativas nesta área. Por exemplo, no nosso caso reforçamos as nossas plataformas de revenda com uma primeira experiência de leilões online para particulares e comerciantes e uma redinamização da nossa carteira de parceiros comerciantes de usados, o que nos permitiu reduzir em muito o recurso aos leilões físicos e, por consequência, uma melhoria relativa na nossa performance de revenda, o que por sua vez se transforma em melhores condições comerciais para os nossos clientes.
in AutoHoje – Suplemento de Gestão de Frotas
Conheça os objectivos da LeasePlan para 2011
A LeasePlan está optimista face aos resultados obtidos em 2010, mas sabe que no próximo ano as condições do mercado vão ser alteradas pela carga fiscal e consequente contracção. No entanto, a motivação para continuar a responder às necessidades dos clientes continua em alta.
A AutoHoje falou com José Pedro Campos Pereira, Director Comercial da LeasePlan, que apesar da actual conjuntura, acredita que o sector entre este ano numa fase de retoma.
A crise na economia mundial tende a manter-se por mais algum tempo e agravada em Portugal por um Orçamento muito rigoroso. As empresas vão continuar em contenção de despesas em 2011. Qual a vossa estratégia e que soluções vão apresentar aos vossos clientes perante este cenário de austeridade?
Apesar da difícil situação económica, consideramos que os período mais difícil foi ultrapassado e que o sector está a entrar numa fase de retoma. O ano de 2010 deverá mesmo registar um crescimento, ainda que menor do que nos últimos anos, uma vez que existem empresas a renovar agora as suas frotas, factor que impulsiona novos contratos.
No entanto, as medidas de austeridade previstas no projecto de Orçamento para 2011, como o aumento do IVA para 23% ao encarecer o preço dos veículos e das rendas de renting, poderão vir a afectar a procura no sector automóvel.
Face a este contexto, a nossa estratégia passa por desenvolver serviços e ferramentas que visam minimizar riscos e custos e optimizar a eficiência das frotas dos clientes, adaptando a nossa oferta às novas necessidades do mercado.
Numa altura em que as empresas dirigem a sua liquidez e pedidos para os processos de produção, o AOV parece encaixar neste cenário. O aluguer operacional afigura-se como a melhor solução para os próximos anos?
Consideramos que sim. O financiamento está caro e a obtenção de capitais é limitada pelo que, ao transferir os encargos com as frotas para a empresa de AOV, as empresas clientes podem direccionar a sua liquidez ou outras formas de financiamentos para os seus processos de produção.
Por outro lado, o recurso ao AOV tem ainda a vantagem de estar normalmente agregado a programas integrados de gestão de frotas, como sucede na LeasePlan, em que são disponibilizadas soluções completas que permitem ao cliente definir uma estratégia de gestão estruturada, equilibrando os aspectos económicos, ambientais e sociais do seu negócio, tendo como objectivo a redução dos custos, a minimização dos riscos, o aumento de produtividade e o fomento da poupança com a sua actividade.
Em resumo, o AOV permite ao cliente concentrar-se no seu negócio dado que a gestão da frota está entregue a profissionais.
O alargamento dos prazos de contrato é uma boa solução? Os preços da manutenção são os mesmos?
O prazo óptimo para um contrato de AOV depende do veículo e da quilometragem contratada. Não é líquido que alargar o prazo de um contrato resulte numa renda menor.
O mercado de usados começa a ser importante para as gestoras de frotas. É um negócio rentável ou uma forma de compensar a crise?
A LeasePlan continua a apostar em três canais para escoar os veículos usados: os leilões, cujos clientes habituais continuam a ser os revendedores profissionais; a revenda aos próprios utilizadores, no final do contrato; e a CarNext, um meio on-line criado exclusivamente para comercialização de usados, em www.carnext.pt, direccionado para revendedores profissionais e clientes particulares.
No entanto, não podemos afirmar que seja, neste momento, um mercado rentável. O valor dos veículos usados caiu bastante em 2009, o que afectou de forma negativa o negócio e a rentabilidade das empresas de renting. Este ano, já assistimos a alguma recuperação, mais ainda aquém do mercado pré-crise.
Os veículos eléctricos e híbridos são uma moda criada e imposta pelos políticos ou são realmente uma solução de futuro?
Face às metas estabelecidas pela União Europeia no sentido de os fabricantes de motores reduzirem, até 2012, a média de emissões de CO2 nos novos veículos até aos 130 g/km, os veículos eléctricos e híbridos são uma das soluções da política ambiental comunitária.
Apesar das incertezas e condicionantes que os envolvem – como o preço, a duração da bateria, a rede de recarga e a sua carga fiscal – estima-se que, em 2020, os veículos eléctricos possam representar cerca de 10% das vendas de carros novos pelo que é necessário às empresas de aluguer operacional de veículos (AOV) acompanhar essa tendência. Nesse sentido, em 2009, a LeasePlan celebrou um acordo com a PSA Peugeot-Citroen para identificar oportunidades de mercado visando a implementação de veículos eléctricos.
Também a Toyota e a Galp Energia elegeram a LeasePlan para gerir a operação de aluguer operacional dos 5 Prius híbridos eléctricos Plug-in (PHEV) que estão a ser testados em Portugal e, recentemente, a LeasePlan e a Nissan assinaram um acordo de cooperação para um projecto europeu de lançamento, em 2011, do Nissan Leaf, um veículo 100% eléctrico, mediante o qual seremos a primeira empresa de AOV a disponibilizar o Nissan Leaf na Europa.
in AutoHoje – Suplemento de Gestão de Frotas













