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Posts Tagged ‘frotas verdes’

Madrid não compra autocarros diesel a partir de 2012

Sexta-feira, Junho 18, 2010 @ 05:06 PM
admin

A Empresa Municipal de Transportes (EMT) de Madrid decidiu abandonar para sempre a aquisição de autocarros equipados com motores diesel, a partir do próximo concurso de renovação de frota, previsto para 2012/2013. Afastada está também a hipótese de adjudicação de autocarros híbridos diesel. A decisão foi tomada pelo Ayuntamento de Madrid e anunciada por Pedro Calvo, Delegado de Segurança e Mobilidade da autarquia madrilena e presidente da EMT.

A terceira maior empresa de transporte público da Europa adoptou esta medida devido ao nível demasiado elevado de emissões de dióxido de azoto que saem dos tubos de escape dos motores diesel. “Se os fabricantes não forem capazes de oferecer uma tecnologia diferente da diesel nos motores dos autocarros, então não compraremos esses veículos”, avisou Pedro Calvo.

No último concurso público de aquisição de autocarros, 80 por cento dos veículos adjudicados pela EMT de Madrid estavam equipados com motores a gás natural (GNC). Apenas os veículos articulados e com dimensões diferentes das habituais possuem motor diesel. Para o concurso de 2012/2013, Pedro Calvo advertiu que os autocarros articulados não poderão ter motores diesel, “nem sequer na modalidade híbrida”. Em sua opinião, os “fabricantes têm de ser capazes de num curso espaço de tempo fazer uma aposta em veículos híbridos utilizando outros combustíveis que não o gasóleo”. A EMT de Madrid, recorde-se, já tem ao seu serviço cinco unidades com motor a etanol.

in Transportes em Revista

Empresas querem carros “verdes” nas suas frotas

Terça-feira, Junho 15, 2010 @ 02:06 PM
admin

Uma em cada quatro empresas portuguesas pretende ter, pelo menos, um automóvel “verde” na sua frota até 2013, revela um estudo do Barómetro do Observatório dos Veículos de Empresa (CVO) 2010, realizado em catorze países.

A par da aposta ecológica, o Barómetro CVO 2010 concluiu que os decisores portugueses querem promover o “car pooling” (partilha de viagens) e o “car sharing” (aluguer por curtos períodos de tempo) nas suas empresas.

A poupança no consumo de combustível foi a principal medida levada a cabo pelas empresas para cortar custos, mas apesar da crise económica, 42 por cento das empresas nacionais não vão mudar a sua política de gestão de frotas.

Também as medidas do governo afetam pouco as decisões dos gestores de frotas, com 73 por cento das empresas a declararem que não foram influenciadas pelas resoluções governamentais, segundo o estudo.

Quanto ao método de financiamento, metade das empresas continua a preferir o aluguer financeiro, enquanto apenas cinco por cento recorrem ao aluguer operacional.

Segundo o estudo, a duração média da frota de veículos comerciais é de 42 meses em Portugal (77 no resto da Europa) e a de carros pessoais de 43 meses (63 no resto da Europa).

Os dados foram recolhidos entre janeiro e março de 2009 através de 3370 entrevistas telefónicas a responsáveis de empresas de diferentes dimensões, tendo sido ouvidos 300 funcionários em Portugal.

O estudo foi elaborado pela Arval, do grupo bancário francês BNP Paribas e pela empresa de estudos de mercado TNS.

in Jornal i

Frotas verdes para reduzir custos

Quinta-feira, Maio 6, 2010 @ 02:05 PM
admin

O ambiente já não é apenas uma moda no sector automóvel. É, cada vez mais, uma necessidade orçamental: a equação fiscal penaliza, como nunca, as emissões de gases poluentes dos modelos, e as empresas frotistas são obrigadas a encarar o assunto de frente. Os híbridos são talvez as propostas mais sonantes na categoria dos veículos ecológicos. Mas, por enquanto, estes modelos são pouco atractivos para o mercado de frotas, pois envolvem tecnologias mais dispendiosas, como as baterias, e recorrem a motores a gasolina pouco indicados para este tipo de utilização.

Mais apelativos são os veículos de baixas emissões, que optimizam as bases mecânicas e a aerodinâmica de modelos equipados com motores Diesel já disponíveis no mercado. O controlo das emissões de CO2 traduz-se num preço mais competitivo do que o das versões convencionais, e os consumos são também mais comedidos. As mais recentes afinações ambientais para os modelos de baixas emissões não só envolvem soluções mais tradicionais, como as relações da transmissão alongadas e uma aerodinâmica melhorada, nova gestão electrónica do motor, pneus de baixa resistência ou o indicador de mudança de velocidade, mas também sistemas mais complexos, como o Auto Start&Stop (que desliga o motor sempre que este é dispensável), ou a regeneração de energia em travagem, entre outros.

Leia mais sobre frotas verdes

Os exemplos que estão no mercado há mais tempo são a gama Bluemotion da VW e a tecnologia Efficient Dynamics, que a BMW aplica em vários dos seus modelos, mas muitos mais já estão disponíveis no mercado. E as siglas ecológicas continuam a invadir o mercado a bom ritmo.

in Jornal de Negócios

Renault: Revelado design final do Kangoo Z.E.

Sexta-feira, Abril 16, 2010 @ 10:04 AM
admin

Após a apresentação em Dezembro passado na COP 15 (Cimeira do Ambiente de Copenhaga), a Renault apresenta o design definitivo do Renault Kangoo Express Z.E., que será comercializado no primeiro semestre de 2011 e oferecerá uma autonomia de 160 quilómetros.

A versão eléctrica do Kangoo Express mantém as mesmas características funcionais da versão dotada de motor de combustão interna: o mesmo volume carga de 3 a 3,5m3, a mesma carga útil de 650 kg e o mesmo conforto. Para o efeito conta com baterias localizadas no chão numa posição central, libertando espaço para o compartimento de carga. O Kangoo Express Z.E. garante uma condução tranquila, com um elevado binário, um custo de utilização reduzido e “zero emissões”.

Saiba mais sobre a versão “zero emissões” do Renault Kangoo

As principais alterações relativamente ao Kangoo Express de motorização térmica encontram-se no painel de instrumentos, caso do indicador de carga da bateria, um “económetro” que fornece informação ao utilizador relativa ao consumo de energia. O motor eléctrico desenvolve uma potência de 44 kW que oferece uma eficiência energética de 90 por cento, um valor bastante superior aos 25 por cento de um motor de combustão interna. Este atinge uma rotalão de 10.500 rpm e disponibiliza um binário instantâneo de 226 Nm.

O acesso ao compartimento de carga é assegurado por portas assimétricas de duas folhas e por uma porta lateral deslizante.

in Transportes em Revista

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