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Empresas compram mais carros eléctricos
Desde o início deste ano, Nissan, Peugeot, Mitsubishi e Citroën já venderam 27 carros eléctricos em Portugal. Em 2011, já foram matriculados dez Nissan Leaf, dez Peugeot iOn, cinco Mitsubishi i-Miev e dois Citroën C-Zero.
Segundo avança o Diário Económico, os principais compradores de veículos totalmente eléctricos são as empresas. Em declarações a este jornal, uma fonte oficial da Mitsubishi avançou que, “além das cinco unidades matriculadas, temos já dez unidades com encomenda firme. E já entregámos duas viaturas a clientes particulares”. Garantindo ainda que o interesse dos portugueses em perceber “tudo sobre os carros movidos a energia eléctrica” é também cada vez maior.
in Transportes em Revista
Empresas em risco de fechar se portagens avançarem na A23 e A25
Centenas de empresas instaladas na Beira Interior poderão ser obrigadas a fechar portas caso a cobrança de portagens nas SCUT A23 e A25 avance.
Os dados são avançados pelo Movimento Empresário pela Subsistência do Interior, que agrupa 50 associados. Segundo António Ezequiel, citado pela TSF, os números deste estudo provisório podem revelar-se trágicos para a região, uma vez que os custos das portagens passarão a ser incomportáveis para os empresários.
Uma vez terminado, o estudo será enviado ao Governo e aos partidos com assento parlamentar, com o objectivo que a cobrança de portagens seja anulada.
in A Bola
SCUT: Empresas querem isenção para quem passa fronteira
Empresários galegos e portugueses apelaram esta quinta-feira ao Governo para que isente de portagens na A28 os trabalhadores que diariamente cruzam o rio Minho, bem como as empresas instaladas nas duas margens.
Representantes dos empresários da província de Pontevedra, Galiza, em Espanha, e o presidente da Associação Empresarial de Viana do Castelo estiveram esta manhã reunidos para abordar a questão da introdução de portagens nas SCUT.
Em comunicado enviado à Lusa, os empresários frisam que a introdução de portagens nas SCUT do Norte e Centro do país «trará graves consequências a todas as empresas, ao comércio e turismo de ambas as margens do rio Minho».
Afirmando opor-se à introdução de portagens nas SCUT, os representantes dos empresários defenderam que, não podendo travar esta medida, pelo menos fiquem isentos «movimentos industriais», designadamente relacionados com tráfego de mercadorias, empresas e seus trabalhadores.
Consideraram também ser «inconstitucional» que «um país da União Europeia não admita o pagamento com euros», em dinheiro vivo.
«Trata-se de uma medida discriminatória em relação a outras regiões do país vizinho», disse o presidente da Confederação de Empresários de Pontevedra, Fernandez Alvariño.
O responsável acrescentou que a introdução de portagens representará uma perda da competitividade empresarial, lembrando que, em 2009, «51 por cento das mercadorias de Portugal com destino a Espanha entraram pela Galiza».
in Agência Financeira
SCUT: Autarcas e empresários reúnem-se com Junta Metropolitana do Porto
Autarcas, empresários, utentes e transportadoras reúnem-se hoje com o presidente da Junta Metropolitana do Porto (JMP), Rui Rio, para concertar posições de contestação à introdução de portagens nas SCUT do norte do país.
A reunião, pedida pelo presidente da Câmara da Maia, Bragança Fernandes (PSD), visa ainda sensibilizar a JMP para as consequências sociais e económicas da introdução de portagens nas SCUT (autoestradas sem custo para o utilizador).
Uma das entidades que vai estar presente na reunião é a Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), cujo responsável no norte, Osvaldo Costa, já disse à Lusa que as portagens podem pôr em risco a sobrevivência de algumas empresas do setor.
Segundo o dirigente, as transportadoras já vivem em grande dificuldade, nomeadamente por causa do gasóleo que “desde janeiro tem vindo a subir substancialmente”.
“O que menos precisávamos agora era ter portagens na SCUT, vão ter um impacto muito grande e bastante negativo. A juntar a todas as dificuldades que já existem, podem ser a gota que pode fazer transbordar alguns copos”, alertou.
Para Osvaldo Costa, as portagens, para as empresas de transporte, serão como taxas ou impostos.
“É que para os camiões não há alternativa. As estradas não estão preparadas, temos rotundas, jardins, trânsito citadino, pontes onde os pesados não podem circular. Se as vias passarem a ter portagens, é uma maneira bonita de designar impostos, taxas ou outra coisa qualquer”, criticou.
O Governo já anunciou que a partir de 01 de julho começarão a ser cobradas portagens nas SCUT do Norte Litoral, Grande Porto e Costa da Prata.
O porta-voz dos utentes destas SCUT, José Rui Ferreira, que também vai marcar presença na reunião com a JMP, disse à Lusa que, se o Governo cumprisse o seu programa, não haveria portagens.
“Além de não existirem alternativas, também os indicadores socioeconómicos das região servidas pelas SCUT estão abaixo da média, o que significa que as portagens irão acrescentar crise à crise”, considerou.
Outra presença na reunião será o presidente da Associação Empresarial de Viana do Castelo, Luís Ceia, que, em declarações à Lusa, considerou que as portagens irão “defraudar” as expetativas das empresas que se instalaram ao longo das SCUT e, eventualmente, dissuadir outras que pudessem estar a pensar em investir na região.
Luís Ceia sublinhou ainda que as portagens irão diminuir a mobilidade da mão de obra qualificada de que, designadamente a região do Alto Minho, é deficitária.
in Jornal i













