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Posts Tagged ‘camionistas’

Já há meia centena de postos sem gasóleo

Terça-feira, Março 15, 2011 @ 04:03 PM
admin

Até ao início da tarde, havia cerca de meia centena de postos a nível nacional que apresentava roturas de stocks de gasóleo, segundo um comunicado da APETRO (Associação das Empresas Petrolíferas) que faz um balanço do efeito no sector da greve dos transportes pesados.

A zona mais afectada era a da Grande Lisboa, de acordo com dados dos associados da APETRO que representa mais de 80% do retalho de combustiveis.

As petrolíferas garantem que estão a proceder à distribuição de combustíveis, apesar de actos isolados de apedrejamento de camiões, ameaças verbais e perturbações às operações de abastecimento. A APETRO apela aos automobilistas que não entrem numa corrida aos postos de abastecimento que “só irá contribuir para a criação de situações de rotura”.

in Jornal i

Associações de transportadoras reúnem-se hoje com Governo

Terça-feira, Março 15, 2011 @ 04:03 PM
admin

As três associações que representam os transportadores rodoviários de mercadorias estão hoje reunidas e vão ser recebidas esta tarde pelo ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações.

“Estamos todos reunidos e vamos ser recebidos pelo ministro [das Obras Públicas, Transportes e Comunicações] às 17:00″, disse à Lusa o presidente da Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP), Artur Mota.

O presidente da associação criada na sequência do bloqueio disse que as três organizações estão a analisar as propostas do Governo, mas escusou-se a avançar mais pormenores.

in Diário Digital

Pingo Doce: camiões que abastecem cadeia seguem sob escolta

Terça-feira, Março 15, 2011 @ 03:03 PM
admin

Uma coluna de 32 camiões da Jerónimo Martins, grupo detentor da cadeia de supermercados Pingo Doce, partiu às 11h45 do Porto em direcção a Modivas, Vila do Conde, sob escolta da GNR e obrigando ao corte, durante vários minutos, do trânsito na Circunvalação por «motivos de segurança».

O comboio de veículos concentrou-se na Circunvalação do Porto, numa fila que se estendeu entre a Rotunda da ‘Anémona’ e a entrada para o Parque da cidade, no sentido poente-nascente.

Dois motoristas da frota, que preferiram o anonimato, afirmaram à Lusa ter recebido indicações para se concentrarem neste local, de onde sairão para o armazém da Jerónimo Martins em Modivas, acompanhados pela GNR «por motivos de segurança».

Um dos motoristas referiu que estes camiões saíram cerca das 08:30 do armazém em Modivas já acompanhados pela GNR até ao Porto, para daí seguir cada um para as suas lojas, tendo recebido instruções para se concentrarem, após a descarga das mercadorias, no Porto para seguir para Modivas para novo carregamento.

«Eu fui a Vizela e vim e não vi nada, não tive problemas», disse um dos motoristas, tendo o outro adiantado que no seu percurso cruzou-se com um piquete mas nada aconteceu.

No local onde os veículos estiveram estacionados encontravam-se também agentes e veículos da PSP mas é a GNR a responsável pela escolta dos camiões no trajecto até Modivas.

in Lusa/SOL

Greve de camionistas já está a provocar falta de combustível

Terça-feira, Março 15, 2011 @ 12:03 PM
admin

A greve das empresas de camionagem ainda não tem data para terminar, mas já começou a surtir efeitos: há falta de combustível em alguns postos de abastecimento e um porta-voz dos camionistas foi detido esta terça-feira, depois de ter dito que hoje não ia haver «tolerância».

A ausência de combustível verificou-se logo ontem à tarde, horas depois do início da paralisação, em algumas bombas da BP, mas pode alargar-se a outros postos se, nos próximos dias, se mantiver a paralisação.

Além disso, as petrolíferas recusam-se a circular com camiões cisterna enquanto existirem incidentes, o que pode precipitar uma eventual escassez. O aviso é da Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (Apetro), que considera não existirem condições para manter os camiões a circular enquanto não estiver garantida a segurança. Uma preocupação justificada, depois do apedrejamento de alguns camiões que circulavam já durante o protesto.

«Não podemos arriscar. Uma pedra não é um incidente simples se acerta no condutor e este perde o controlo do camião. Trata-se do transporte de materiais perigosos [inflamáveis] e a primeira prioridade é preservar a segurança das pessoas. As empresas petrolíferas não arriscam minimamente», disse à Lusa o secretário-geral da Apetro, António Comprido.

Corrida aos postos precipita falta de combustíveis

As bombas de gasolina têm ritmos muito diferentes entre si. «Há postos que são reabastecidos quase diariamente e outros que o são apenas umas vez por semana ou menos do que isso».

Para já, a melhor forma de evitar a escassez é manter a calma para que não haja «uma corrida ao combustível» nem «açambarcamentos». Porque «se se registar um ritmo normal de abastecimento, haverá stocks para vários dias sem problemas».

O sector reivindica gasóleo mais barato, mas o ministro das Finanças avisa que «não há condições para baixar impostos seja a quem for».

Entretanto, as negociações entre Governo e transportadoras desembocaram num
beco sem saída. A paralisação promete continuar.

in Agência Financeira

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