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Como poupar em dias de crise
Não é preciso ser uma PME para precisar de poupar. As multinacionais também se esforçam todos os dias para minimizar os seus custos, para assim aumentar os seus proveitos. Contudo, nem sempre o melhor gestor consegue contornar as oscilações do mercado, nomeadamente no que se refere ao preço do combustível. De facto, desde o início do corrente ano que o preço do gasóleo e da gasolina não tem parado de aumentar, tendo já ultrapassado €1,50/L, no caso da gasolina, e €1,40/L, no caso do gasóleo. Esta constante escalada de preços no sector dos combustíveis tem deixado as empresas, especialmente as transportadoras, a braços com elevados gastos com as suas frotas.
Estes gastos têm vindo a comprometer os proveitos das transportadoras, que desde o ano passado têm pressionado o Governo no sentido de ser criado um gasóleo profissional, de custo reduzido em relação ao preço base. A ausência de acordo com o Governo após vários encontros e reuniões com o ministro das Obras Públicas e dos Transportes, António Mendonça, levou as associações ANTRAM, ANTP e ATTIMA a convocar uma paralisação geral no passado domingo, 13 de Março.
Quando foi anunciada, o ministro da Economia, Vieira da Silva, disse, no dia 13 de Março, que a greve podia ter “custos excessivos” para a economia, e de facto 50 postos de combustível em Lisboa ficaram sem gasóleo ao segundo dia da greve. Foi também no segundo dia que a greve terminou, com o Governo a aceitar descontos nas SCUT para as transportadoras, e a majoração das despesas com combustível em sede de IRC.
No entanto, ficou a faltar o gasóleo profissional, que de acordo com o Governo seria uma grande encargo para os contribuintes.
A alternativa passa então por estratégias de poupança de combustível, tais como a condução em cruise control, ou defensiva.
Foi a pensar nas empresas que acompanham o preço de combustível como se disso dependesse a sua vida que a Inosat, especialista no desenvolvimento de soluções para gestão de frota e localização GPS, criou o InoXpert, um sistema que é conectado no Can Bus da viatura, de forma a analisar o estilo de condução do motorista. O InoXpert permite reduzir de 10% a 20% dos custos com combustível, através da análise de seis indicadores directamente relacionados com o consumo de combustível, nomeadamente: tempo de condução económica, tempo em cruise control, tempo de condução em alta RPM, acelerações bruscas, travagens bruscas, e consumos em ralenti.
Face à recusa do Governo em criar o tão pedido gasóleo profissional, o InoXpert será uma boa solução para empresas que precisam que reduzir os seus gastos em combustível.
Descubra mais sobre o InoXpert e comece já a poupar no combustível das viaturas da sua frota!
Associações de transportadores de mercadorias pedem medidas urgentes ao Governo
As três associações de transportadores de mercadorias, ANTRAM, ANTP e ATTIMA, pediram medidas urgentes ao Governo para travar a crise que atinge o sector, sobretudo devido ao aumento do preço dos combustíveis. Em comunicado, as três entidades dizem que “a inexistência de medidas, ao nível do que sucede noutros países europeus, que regulem e promovam, de forma justa e transparente a concorrência e potenciem a sustentabilidade e competitividade, ameaçam causar danos empresariais e sociais imprevisíveis”.
As direcções das três associações “apresentaram já ao Governo propostas de soluções para alguns dos problemas urgentes e inadiáveis, que afectam os mais de 72000 trabalhadores do sector, estando, no essencial, em sintonia”, diz o mesmo comunicado.
Recorde-se que em 2008 o sector parou o país numa greve para protestar também contra o aumento dos preços dos combustíveis. Nessa altura, a ANTRAM, a maior do país, não se associou aos protestos. “As Associações recordam que as negociações com o Governo assentam num clima de diálogo que foi reafirmado em Julho de 2010, com a assinatura de um “Memorando de Entendimento” onde se reconhece a grave crise que as empresas do sector”, diz o comunicado.
As associações salientam que “a verdade é que estas negociações e indecisões não podem prolongar-se. As empresas já não suportam os enormes custos que sobre elas recaem. Assim, as Associações aguardam e desejam, conforme expectativa criada, que o Ministério dos Transportes consiga concretizar as condições para anunciar a realização de nova reunião, que elevada ao nível que se exige, pela natureza das propostas apresentadas e pelos mais de 72000 trabalhadores, 11000 empresas profissionais e os mais de 4 mil milhões de euros que o sector gera anualmente, produza os resultados pretendidos”.
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in Jornal de Negócios
A sua frota gasta muito gasóleo?
A actual instabilidade política nos países do Médio Oriente tem servido de catapulta para os preços do combustível, provocando uma escalada apenas comparada a Agosto de 2008. Na altura, os camionistas portugueses uniram-se numa paralisação geral, em protesto aos excessivos preços do combustível. Esta semana, a ANTP manifestou o desejo de repetir aquele movimento, considerando-o como única alternativa ao aumento dos custos das transportadoras, derivado dos preços dos combustíveis.
De facto, em 2010 fecharam cerca de 1500 empresas transportadoras de mercadorias, vítimas da crise económica e do aumento dos preços dos combustíveis, segundo disse em Janeiro o especialista em transportes Carlos Barroso à Agência Financeira.
Foi a pensar nas empresas que dependem directamente do combustível que a Inosat, especialista em gestão de frotas e localização GPS, desenvolveu uma nova solução de poupança de combustível, o InoXpert. Este sistema permite poupar até 15% dos gastos de combustível com a sua frota, a partir da instalação de um dispositivo do Can Bus da viatura, que mede os gastos de combustível e analisa o estilo de condução do motorista.
ANTP não acredita no interesse do Governo sobre o gasóleo profissional
A Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas já não acredita que o Governo esteja mesmo a considerar a possibilidade de criar um «gasóleo profissional» para minimizar os custos que as empresas de transportes têm com o crescente preço dos combustíveis.
«Até sexta-feira, quando li a notícia com a posição do secretário de Estado sobre esta matéria, tinha uma opinião formada de colaboração, empenho e de solução da parte do Governo. Agora tenho uma posição oposta: o Governo não está interessado em minimizar os problemas, em resolver parte dos problemas, não está interessado em ser parte da solução», disse à Lusa Artur Mota, presidente da Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP).
O secretário de Estado dos Transportes disse na semana passada que «não é com subsídios» que se resolve as dificuldades do setor dos transportes de mercadorias relativamente ao preço dos combustíveis, mas sim repercutindo nos clientes o crescimento desses custos.
in Cargo News













