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Posts Tagged ‘António Loios’

França: ANTP alerta para gastos extra devido às contestações

Terça-feira, Outubro 19, 2010 @ 05:10 PM
admin

As transportadoras antevêem dificuldades devido aos bloqueios e às marchas lentas protagonizadas pelos motoristas franceses. Entretanto, o Governo francês activou o centro de crise para assegurar o abastecimento de combustível.Um depósito cheio dá para um camião fazer a travessia de França, no entanto, António Lóios, dirigente da Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP), alertou para os gastos extra de gasóleo devido às contestações.

Os camionistas, devido ao que está a acontecer em França, «devem acautelar, em termos de combustível, a sua operação» naquele país, avisou.

Devem acautelar também, acrescentou António Lóios, «os eixos que vão utilizar para chegarem junto dos seus clientes o mais depressa possível» de forma a «poderem evitar os bloqueios e as marchas lentas».

António Lóios disse ainda que os camionistas podem contactar a ANTP para obter «algumas informações».
Mais de mil estações de serviço em toda a França estão sem combustível, anunciou esta segunda-feira a União dos Importadores Independentes de Petróleo (UIP), que representa 60 por cento das vendas.

Entretanto, o Ministério do Interior francês anunciou a activação «de um centro inter-ministerial de crise» para assegurar «a perpetuidade do fornecimento de combustíveis» no país, perturbado por greves associadas à contestação da reforma das pensões.

in TSF

Oiça a notícia aqui

ANTP congratula-se sobre desconto nas SCUT, mas contesta portagens

Terça-feira, Junho 8, 2010 @ 06:06 PM
admin

Em declarações ao blogue Gestão de Frotas, o Engenheiro António Lóios, representante da Associação Nacional de Transportadoras Portuguesas (ANTP), mostrou-se satisfeito com o decreto-lei hoje publicado em Diário da República, que determina que os veículos pesados de mercadorias ficam abrangidos por um regime especial segundo o qual é admitido o desconto de 13% no valor da portagem em vigor. “Foi a ANTP que apresentou esta directiva ao Ministério dos Transportes, no âmbito do nosso caderno de encargos, por isso não nos podemos deixar de congratular por esta notícia”, afirmou.

No entanto, António Lóios ressalva que, a 24 de Junho, “pode mudar tudo“, pois será votada na Assembleia da República uma proposta de lei para a revogação dos chips das matrículas. “Se os partidos da oposição votarem contra, não haverá forma de cobrar as portagens nas SCUT”, demonstra.

Se o desenlace for outro, e se mantiverem os chips, António Lóios acredita que “será complicado para as empresas instalarem estes chips até 1 de Julho [data de início das portagens nas SCUT], pois ainda não há informação sobre a distribuição ou compra destes chips”. O responsável acredita que haverá um atraso em relação a esta medida.

Mas António Lóios vai mais longe, e contesta: “Como é que os espanhóis vão pagar as SCUT? E os franceses? Sem o chip, as viaturas espanholas ou francesas não terão como pagar nas portagens, e o Estado também não poderá ir atrás destas empresas”.

António Lóios considera, ainda, que a aplicação de portagens das SCUT é prejudicial para as empresas e para a economia portuguesa em geral, alertando que muitas empresas poderão deslocar-se para Espanha para se tornarem mais competitivas.

Camionistas: paralisação convocada para hoje foi suspensa

Segunda-feira, Junho 7, 2010 @ 10:06 AM
admin

A Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas decidiu suspender a paralisação prevista para hoje, para que as negociações em curso com o Governo surtam efeito.

Reunidos no sábado, em Pombal, cerca de uma centena de transportadores decidiu privilegiar o diálogo, dado “o forte empenhamento” do gabinete do ministro dos Transportes em resolver os problemas do sector.

António Lóios, presidente da Assembleia-Geral da Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP), disse aos jornalistas que os transportadores “estão firmes e decididos a dialogar com o Governo até que o seu caderno de encargos seja aceite”.

Os associados da ANTP reivindicam do Governo a aplicação da directiva comunitária que permite a redução de oito cêntimos no litro do gasóleo e a alteração da lei das contra-ordenações.

Exigem, igualmente, a não introdução de portagens nas auto-estradas sem custos para o utilizador (SCUT), a redução em 13% do custo das auto-estradas para os transportes públicos de mercadorias pesadas e a alteração do Código do Trabalho.

Os camionistas defendem também uma redução de impostos para impedir o encerramento de empresas e o desemprego dos funcionários que estão a ir trabalhar para transportadoras espanholas.

A Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas representa mais de mil empresários e 35 mil veículos pesados.

in Jornal de Notícias

Camionistas: Paralisação é “ponto assente”

Quarta-feira, Junho 2, 2010 @ 10:06 AM
admin

ANTP continua a negociar com Governo até sexta-feira. Para já mantém paralisação.

A abertura do Governo manifestada, ontem, às transportadoras não foi suficiente para evitar a paralisação marcada para 7 de Junho. A Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP) reivindica várias medidas para o sector como a descida em oito cêntimos no ISP e a eliminação de portagens nas SCUT, nomeadamente naquelas onde a partir de 1 de Julho vão ser aplicadas taxas. A reunião de ontem no Ministério das Obras Públicas foi considerada “produtiva”, mas até à finalização das negociações prevista para a próxima sexta-feira, dizem os transportadores, “não há garantia de nada”.

O retomar das negociações com o Governo não levou, assim, os camionistas a equacionar o cancelamento das iniciativas decididas no passado sábado pelos patrões. Em causa está a paralisação nacional e a marcha lenta de 40 quilómetros hora durante três dias, que começou na segunda-feira e termina hoje. Após a reunião “técnica” de três horas com adjuntos do ministro das Obras Públicas e do secretário de Estado dos Transportes, o presidente da mesa da assembleia-geral da ANTP, António Lóios apela, no entanto, às transportadoras para que “não intensifiquem os protestos” hoje.

A paralisação continua marcada. É ponto assente“, disse António Lóios, avançando, porém, que “existe matéria sensível que está a ser discutida“, mas deixa uma vez mais no ar a ausência de respostas: “Nada está aceite, nada está recusado. A abertura da parte do Governo não é garantia de nada”.

in Diário Económico

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