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Preço médio do combustível

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O secretário de Estado dos Transportes disse hoje que “não é com subsídios” que se resolve as dificuldades do setor dos transportes de mercadorias relativamente ao preço dos combustíveis, mas sim repercutindo nos clientes o crescimento desses custos.

“Devo dizer que estamos a analisar com seriedade o gasóleo profissional, que práticas, que países, onde está, como se faz, mas não há de ser por aí que iremos resolver, porque se hoje reduzíssemos o ISP [Imposto Sobre Produtos Petrolíferos] ou o preço do gasóleo, amanhã este voltava a crescer e os senhores pediam uma segunda redução”, disse Correia da Fonseca, na tomada de posse do novo presidente da Associação Nacional de Transportadores de Mercadorias (ANTRAM).

“Não é com subsídios que nos preparamos para a subida dos combustíveis”, frisou.

in Lusa

Toyota chama mais de um milhão de carros em todo o mundo

Quarta-feira, Janeiro 26, 2011 @ 12:01 PM
admin

A Toyota chamou às oficinas cerca de 1,344 milhões de viaturas em todo o mundo devido a riscos de fuga de combustíveis, disse ao PÚBLICO o representante da empresa em Portugal.

A maior parte dos veículos chamados são japoneses, mas sabe-se que na América do Norte são afectados 245 mil veículos (segundo o site local da marca, e que na Alemanha foi chamado um número não revelado. Rússia e Nova Zelândia são também afectadas em menor escala.

Esta decisão da empresa, que é o maior construtor mundial de automóveis, envolve apenas modelos a gasolina e surge após a descrição de dezenas de casos, mas sem que tenha sido comunicado qualquer acidente em resultado deste problema.

Foram contabilizados 119 casos relativos a dois problemas, num tubo e numa bomba, em 16 modelos produzidos entre Maio de 2000 e Outubro de 2008.

Portugal pouco atingido

A Toyota Caetano (que representa a marca em Portugal) vai chamar às oficinas 79 automóveis de três modelos.

Trata-se de 15 unidades do Avensis 2.0 de primeira geração, vendidas entre 2000 e 2002, e 45 de segunda geração, vendidas entre 2002 e 2008.

Serão também chamados 19 Lexus IS 250, também a gasolina, vendidos entre 2007 e 2009.

António Costa, da Toyota Caetano Portugal, disse ao PÚBLICO que o país é pouco afectado por esta situação por se tratar de modelos a gasolina, quando 80 por cento do nosso mercado é de veículos a gasóleo, e de alta cilindrada, que não é muito em Portugal.

Por outro lado, realça que “não é normal” o cuidado com os clientes e a qualidade que a Toyota denota ao substituir peças em carros com nove ou dez anos, “muito utilizadas, por outras novas, sem custo” para o proprietário do carro.
Vários problemas ao nível mundial

A Toyota tem sido afectada nos últimos tempos por vários problemas técnicos que a têm obrigado a várias chamadas de veículos às oficinas.

No início de Julho do ano passado, a empresa retirou do mercado 270 mil veículos devido a suspeitas de problemas nos motores. Essa recolha incluiu sete modelos de luxo Lexus e o Toyota Crown.

A Toyota já tinha levado mais de oito milhões de automóveis em todo o mundo para inspecção antecipada e sofreu uma multa de 16 milhões de dólares dos Estados Unidos por ter demorado demasiado tempo a resolver os problemas reportados pelos condutores norte-americanos. Ao todo, a empresa tinha pendentes mais de 200 processos em tribunal.

No início do ano passado, o presidente da Toyota apresentou hoje um pedido de desculpas pela recolha de milhões de veículos da marca depois de ter sido detectado um problema no pedal do acelerador. Na Europa, estimava-se que necessitem de reparação 1,8 milhões de viaturas de oito modelos.

in PÚBLICO

Combustíveis: portugueses vão atrás dos descontos

Quarta-feira, Janeiro 26, 2011 @ 12:01 PM
admin

Os portugueses são dos povos da Europa com maior apetência para descontos no que toca a combustíveis, admitiu esta terça-feira o presidente da Autoridade da Concorrência (AdC). Por isso mesmo, o regulador admite que poderia ser mais correcto reportar a Bruxelas não só os preços de referência em Portugal, mas um preço que incorporasse os descontos a que os portugueses tanto recorrem.

Manuel Sebastião, que falava à margem de um debate sobre energia promovido pelo PSD no Parlamento, negou que Portugal tenha os combustíveis mais caros da Europa antes da aplicação de impostos.

«Isso não é verdade, nunca estivemos em primeiro lugar. Portugal costuma andar entre a 3ª e a 7ª ou 8ª posição no ranking europeu», explicitou, acrescentando que a elevada posição na lista dos mais caros se deve «também a uma questão estrutural, que mudaria com uma alteração no método de reporte a Bruxelas».

É que, explica o presidente da AdC, os preços que são reportados a Bruxelas são os preços recomendados, e, defende Manuel Sebastião, é possível mudar isso, reportando valores que já tenham em conta os descontos praticados na maioria das bombas. «Alguns dos outros países europeus já o fazem, outros não», disse.

«Mas no caso de Portugal faz particular sentido porque somos dos países onde os descontos são mais amplamente divulgados. Em geral, os portugueses são dos que mais recorrem aos descontos», afirmou, sem precisar com dados numéricos.

Para além deste tópico, o presidente da AdC explica ainda que o facto de Portugal ser um país periférico, dos mais distantes em relação ao centro de preços, implica que o adicional sobre o preço também seja maior.

Além da apetência pelos descontos, os portugueses têm revelado também um apetite crescente pelos combustíveis das bombas dos super e hipermercados, chamados de marca branca, que têm já uma quota de 18% do mercado. «Tendo em conta a situação económica, tudo indica que haverá tendência para os portugueses continuarem a privilegiar a componente do preço», admite.

in Agência Financeira

Combustíveis não alcançaram máximos só em Portugal

Quarta-feira, Janeiro 26, 2011 @ 12:01 PM
admin

O secretário-geral da APETRO considerou hoje «um mito» dizer-se que só em Portugal os preços da gasolina estão a bater recordes de 2008, afirmando que em 13 outros países europeus se verificou esse fenómeno este mês.

“O mito de que isso só se passa em Portugal não é verdade”, disse António Comprido no decorrer de um debate do PSD sobre preços, concorrência e regulação no setor energético, no qual mostrou um gráfico comparativo em que os países a verde escuro também bateram máximos este mês.

Ao todo, excluindo Portugal, são 13 países que atingiram na semana passada valores acima dos do primeiro semestre de 2008 [em plena crise dos combustíveis], apesar de agora o barril de petróleo estar perto dos 100 dólares enquanto na altura cotava-se perto dos 150 dólares.

in Dinheiro Digital

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