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SCUT: Quatro formas de evitar as portagens

Sexta-feira, Novembro 5, 2010 @ 06:11 PM
admin

O antigo ministro das Obras Públicas João Cravinho foi o primeiro a propor portagens nas Scut, que tinham sido pensadas para não ter custos para o utilizador, mas ficou-se por aí. O governo de Sócrates apadrinhou o modelo, conquistou terreno e foi feliz na finta à oposição. O modelo de pagamento nas primeiras três Scut (Costa da Prata, Grande Porto e Norte Litoral) arrancou a 15 de Outubro, mas nem todos os portugueses se resignaram.

O que mudou no dia-a-dia dos milhares de pessoas que usavam as Scut para chegar ao trabalho? A maioria dos utentes ouvidos pelo i não encontrou outra solução que não pagar. No entanto, há quem tenha descoberto uma maneira de não aumentar o orçamento das deslocações.

Cristiana Vanzeler, de 32 anos, lembrou-se que as dez viagens de isenção para aqueles que residem nos concelhos a menos de dez quilómetros da Scut, poderiam duplicar e até triplicar. A professora vive com a família em Santa Maria da Feira, mas é obrigada a deslocar-se diariamente a uma escola em Aveiro. “Pela A29 são cerca de oito euros por dia, uma roubalheira! Pela estrada nacional demora quase duas horas, portanto arranjei uma estratégia.” Cristiana não evitou a A29, mas fez o pedido e registo do DEM (dispositivo electrónico de matrícula) nos dois carros que tem em casa e está a usufruir das dez primeiras viagens a custo zero em ambos. “Na primeira semana levei o meu, depois o outro e na terceira semana vou levar o do meu pai, que não se importa de mo emprestar.” Apenas na última semana de cada mês a professora terá de pagar pelas deslocações até Aveiro e mesmo assim irá usufruir dos 15% de desconto.

Inês Nunes, de Vila do Conde, ainda não tem o DEM, mas não pensa pagar as portagens. “A maioria das pessoas paga, mas eu não”, diz ao i a estudante de 19 anos da Faculdade de Arquitectura do Porto. A A28, que antes era a tábua de salvação dos moradores do Litoral Norte, é agora um bicho de pórticos. A N13, que seria a segunda opção, transformou-se num “monstro”, relatam alguns moradores. Porém, os “pequenos desvios”, no caso da Inês, foram benéficos. “Vou pela A28 até à saída de Mindelo, faço um desvio de cinco minutos pela aldeia e volto a entrar na Lavra”, conta a estudante, que depois segue pela A28 até ao Porto sem encontrar mais pórticos. Inês Nunes garante que é a melhor estratégia e permite poupar 95 cêntimos por viagem.

Para José António Viana, de 54 anos, não há muitas alternativas. “As auto-estradas são muito caras, a nacional é um trajecto cheio de desvios e semáforos e demora o dobro do tempo.” Ainda assim, o residente em Esposende recorda a Avenida 25 de Abril, entre a Póvoa do Varzim e Vila do Conde, que permite evitar um pórtico. “É uma boa estrada, segura e plana – tem o problema das sete rotundas.”

Não um, mas três, é o número de pórticos que José Guilherme, de 36 anos, teria de pagar diariamente se optasse pela A17. O professor desloca-se de Mira para Aveiro, mas escolheu um percurso alternativo. “Entro na A17 cinco quilómetros depois de Mira, na aldeia de Santo André. Depois saio em Vagos e sigo pela estrada nacional.” José assegura que os poucos quilómetros que acrescem ao trajecto são compensatórios no combustível. “Antigamente demorava 35 minutos, agora demoro 40 mas não pago 4,30 euros por dia.”

in Jornal i

Mercado de veículos comerciais ligeiros regista crescimento

Quarta-feira, Novembro 3, 2010 @ 06:11 PM
admin

O mercado de veículos comerciais ligeiros registou, durante o mês de Outubro de 2010, um crescimento de 6,4%, quando comparado com mês homólogo de 2009, tendo sido vendidos 3.898 veículos.Já no que diz respeito aos primeiros dez meses de 2010, o mercado subiu 18,5% face a igual período do ano anterior, o que corresponde a um total de 35.861 unidades comercializadas no nosso país.

No mercado de veículos pesados houve um movimento contrário que se registou numa queda no mês de Outubro, na ordem dos 22%, tendo sido vendidos apenas 219 veículos.

Quanto ao período acumulado de Janeiro a Outubro de 2010 as vendas atingiram 2.819 unidades, tendo-se verificado uma diminuição de 17,7% relativamente ao período homólogo do ano anterior.

Ligeiros de Passageiros

Ainda durante o mês de Outubro o mercado de ligeiros de passageiros, em Portugal, manteve a tendência de desaceleração do mês anterior tendo-se registado um crescimento homólogo mensal de 1,1%, o que contrasta com o crescimento homólogo acumulado de 38%. Verifica-se, assim, uma quase estagnação relativamente ao mês homólogo de 2009.

Em Outubro foram comercializados no nosso país 15.347 automóveis ligeiros de passageiros, enquanto que no período acumulado, relativo aos primeiros 10 meses do ano, as vendas ascenderam 176.747 automóveis.

in Logística e Transportes Hoje

Gestores abusam de regalias como renting de viaturas

Terça-feira, Novembro 2, 2010 @ 07:11 PM
admin

Desde ajudas ao arrendamento de 55 mil euros ao aluguer de carros por 40 mil euros, há gastos para todos os gostos.

Leia alguns exemplos

2009 ficou marcado pela recessão, mas nem por isso os gestores das companhias públicas de transporte, da EP – Estradas de Portugal e dos CTT, uma das maiores empresas do Estado, deixaram de usufruir de regalias.
Só no ano passado, os gastos (salários e despesas) com 46 administradores de nove companhias tuteladas pelo Estado – ANA, STCP, EP, CTT, REFER, CP, ML, CARRIS E TAP – ascenderam aos 7,46 milhões de euros, ou seja, uma média de 162,2 mil euros anuais por gestor, segundo cálculos do SOL baseados nas contas anuais das empresas. Contas feitas, os gestores receberam seis vezes mais do que os trabalhadores das suas empresas, que auferiram 28 mil euros anuais.

Os gastos da administração TAP, liderada por Fernando Pinto – que recebeu 420 mil euros anuais de salário-base – representam um terço do total (ver tabela): cada um dos seis elementos da administração representou uma despesa média de 412 mil euros.

A contribuir para este valor estiveram as ajudas ao arrendamento de habitação de quatro administradores, no valor de 55,4 mil euros. Os gestores da TAP gastaram igualmente cerca de 74 mil euros no renting de viaturas e em combustível.

40 mil euros pelo aluguer de um carro

Os CTT, a segunda no ranking das administrações que mais gastaram em 2009, distribuiu um prémio de gestão de 213,8 mil euros aos seus cinco administradores. O presidente, Estanislau Costa – que circula num veículo de 84 mil euros adquirido pela empresa em 2004 – pagou, no ano passado, 42,5 mil euros para alugar quatro automóveis para os seus colegas de conselho.

As quatro linhas do metropolitano de Lisboa parecem não ser suficientemente utilizadas pelos administradores da empresa, que bateram o recorde de gastos com o aluguer de carros. A antigo administração de Joaquim Reis – agora presidente da Parpública – despendeu 85 mil euros no renting de carros, entre os quais se contam 40,3 mil euros para a viatura do vogal Miguel Roquette, durante nove meses.

Antes de abandonar a empresa, Joaquim Reis decidiu deixar ao seu sucessor um carro novo no valor de 30 mil euros.
Também o presidente da Carris, José Silva Rodrigues gastou 4.142 euros em combustível, no espaço de um ano.
E os administradores da empresa pública com o maior passivo de todas (15,8 mil milhões de euros), a Estradas de Portugal, não se coibiram de gastar 48 mil euros no aluguer de carros e combustível.

Passivo duplica

A aparente fartura do dia-a-dia destes gestores contrasta com a situação das suas empresas. Nos últimos quatro anos, o passivo (ver gráfico) destas nove companhias mais do que duplicou, de 13,3 mil milhões de euros em 2006 para 31,1 mil milhões de euros no final de 2009.

Confrontado com estes números, o Governo pediu, na semana passada, um corte de 15% nos custos das empresas do sector empresarial do Estado. O SOL contactou as empresas de transporte para apurar os seus planos de poupança, mas todos disseram «não ser oportuno falar deste assunto neste momento»

in Sol

Iveco: Crescimento acima dos 15% no terceiro trimestre

Quinta-feira, Outubro 28, 2010 @ 06:10 PM
admin

No terceiro trimestre de 2010, a Iveco obteve lucros na ordem dos dois milhões de euros, o que significa um aumento de 15,3% face ao mesmo período do ano passado. O aumento deve-se, sobretudo, ao maior volume de vendas, confirmando a recuperação da procura que, ainda assim, continua modesta na Europa.

A Iveco entregou um total de 30.453 veículos, registando um aumento de vendas de 17,7% face ao ano de 2009, que se verifica em todos os segmentos: veículos ligeiros ((+12,9%), veículos médios (+59,3%) e veículos pesados (+10,5%).

Nas contas anuais, a Iveco já vai em 5.800 milhões de euros de lucros, tendo entregue um total de 91.690 veículos durante 2010.

in Frota News

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