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Gestores de frota preocupados com sinistralidade
A sinistralidade tem afectado o lucro das empresas britânicas, que se deparam com facturas inesperadas e avultadas de reparação de veículos. Os gestores de frota confessam-se alarmados com a situação e procuram estratégias para reduzir a factura da oficina.
Na Grã-Bretanha, um em cada três acidentes na estrada acontece com motoristas profissionais, sendo que cada semana morrem 20 e 250 são gravemente feridos. O custo anual de acidentes com motoristas é aproximadamente 4 bilhões de euros.
Os números assustam os gestores de frota, que procuram razões para este cenário. “Isto é um problema cultural. Muitos motoristas vêem o Top Gear [programa televisivo sobre carros] e pensam que são especialistas”, conta Bill Brewster, gestor de frota da empresa East Sussex Fire & Rescue Service. Bill Brewster afirma também que muitos dos acidentes se devem a excessos de velocidade.
O gestor de frota Tim Bailey, da Helphire, acredita que se devem fazer testes de condução mais exigentes. Para Tim Bailey, os motoristas devem mostrar como se comportam em programas de computador, antes de seguir para a estrada. “Os motoristas têm de provar a sua resistência à condução em termos de tempo, em caso de chuva e durante a noite”.
Andy Yeoman, gestor de frotas da Trimble, acredita que a abordagem deve ser feita tendo em vista benefícios para os condutores. Acredita que devem ser incentivados a reduzir a factura de combustível – que atingem melhorando a sua postura ao volante. Os casos de sucesso recebem prémios da empresa.
Para Hilton Triesman, da Lewis Day Transport, é preciso responsabilizar os condutores. Triesman acredita que se os funcionários passarem a pagar a factura do arranjo da viatura, tornam-se mais ciosos na estrada.
Já para Harvey Leonador, Director de comunicação da Government Car & Despatch Agency, é importante perceber se é o condutor ou o estado da via que motivam o acidente. “Se acontecem muitos acidentes na mesma estrada, mudamos a rota ou reduzimos o número de condutores que a usam“, explica.
Leigh Stiff, Gestor de frota na empresa Hannover, usa uma estratégia diferente. Stiff recorre a questionários antes de contratar um condutor. O questionário é composto por perguntas como “que carro gostaria de conduzir?”, “gosta de velocidade?”, e outras similares. A partir das respostas, Stiff analisa o candidato e decide a contratação.
Conheça seis passos para reduzir a sinistralidade da sua frota
in Fleet News
O que é a condução defensiva?
Face ao aumento contínuo do custo do gasóleo e da gasolina, os consumidores e as empresas apostam em várias medidas para reduzir os gastos em combustível. Uma das formas mais eficazes de poupar na factura do combustível é melhorar o estilo de condução.
De facto, muitas empresas sofrem com grandes despesas em combustível, devido ao mau comportamento ao volante dos seus motoristas. É sabido que conduzir em altas velocidades, travar bruscamente e acelerar repentinamente aumentam o consumo de combustível e também o risco de sinistralidade. Assim, aconselha-se aos condutores a adopção de um estilo de condução mais moderado e contínuo, de modo a evitar acidentes e poupar no consumo. Também a viatura é poupada com a adopção de um estilo de condução defensivo, pois não sofrerá o mesmo desgaste que um veículo conduzido em altas velocidades.
Leia mais sobre condução defensiva
No exercício da condução, deve-se considerar os seguintes aspectos:
- Código da estrada;
- Estado do veículo;
- Carga;
- Passageiros;
- Condições da estrada;
- Iluminação da estrada;
- Trânsito;
- Condições atmosféricas.
Consciencializando-se destes aspectos e tomando uma atitude de respeito pelos mesmos, o motorista adopta um estilo de condução defensiva. O resultado será uma redução da sinistralidade e do consumo de combustível na sua empresa.
Actualmente, existem escolas de condução, como a Manobras Paralelas, que ministram cursos de condução defensiva, especialmente direccionados para empresas.
Fonte: Wikipédia
Cinco dicas para baixar o consumo de combustível
A gasolina e o gasóleo continuam a subir de preço. Para ajudar os consumidores e as empresas a fintar estes aumentos ficam aqui alguns conselhos para poupar combustível.
Ar condicionado
O uso do ar condicionado contribui para o aumento do consumo do combustível. Embora, os últimos sistemas sejam cada vez mais eficientes, a verdade é que o ar condicionado poderá consumir até 1,5 litros por cada 100 quilómetros. Desta forma, faça um uso moderado deste serviço.
Manutenção
Os pneus com pressão inferior à recomendada levam a um aumento do consumo de combustível que pode ir até 4%. Desta forma, é importante ter o seu automóvel em perfeito estado de saúde e verificar com frequência a pressão dos pneus, o nível de óleo e o alinhamento da direcção.
Leia mais sobre redução de custos de combustível
Condução estável
Uma condução estável, sem travagens repentinas ou acelerações bruscas, também contribui para uma poupança em termos de combustível. Da mesma forma, ao acelerar tente mudar de mudança o mais cedo possível, já que as mudanças mais elevadas são mais económicas.
Janelas fechadas
Se fizer uma viagem de carro longo percurso (e com elevada velocidade) com as janelas abertas e carga no tejadilho isso contribui para o aumento da resistência do seu veículo contra o vento. Um facto que, segundo a comissão europeia, poderá conduzir a um aumento do consumo de combustível em cerca de 10%.
Sistema de Gestão de Frotas e Localização GPS
A aplicação de um sistema de gestão de frotas e localização GPS permite recolher relatórios sobre o consumo de combustível, o que é especialmente útil para empresas. A partir dos dados recolhidos pelo sistema de gestão de frotas, a empresa poderá detectar os problemas que motivam o consumo exagerado de combustível, e proceder à sua erradicação.
Fonte: Economico.sapo.pt
Termine com o uso indevido das viaturas
É prática comum de muitas empresas facultarem as viaturas para os funcionários se deslocarem para casa e para a empresa. Acontece que, não havendo controlo sobre a utilização desses veículos, os mesmos podem ser usados para fins pessoais, incrementando em muito os custos com a frota.
De facto, verificam-se casos de empresas cuja percentagem de quilómetros efectuados para uso pessoal atinge 40 por cento dos quilómetros do mês.
Consideremos um veículo ligeiro com:
- mensalidade de 300€ de renting (ou amortização) incluindo seguro;
- total de 2500km por mês
- consumo médio de 6litros/100km
- custo de 1,08€ por litro de gasóleo
Obteremos um custo por quilómetro de 0,18€. É quanto custa à empresa cada quilómetro de utilização pessoal da viatura.
Como resolver este problema?
Tendo forma de distinguir e quantificar quilómetros para uso profissional e pessoal, a empresa poderá erradicar o último, ou exigir o pagamento dos custos originados pelo mesmo.
Considerando o custo por quilómetro acima calculado, e se a utilização indevida for em média 10 quilómetros por dia útil e 100 aos fins-de-semana, a empresa, corrigindo esta situação, poderá poupar mais de 110€ por mês (440 quilómetros x 0,18€ por quilómetro) e mais de 1300€ por ano.
Sistemas de gestão de frotas
Actualmente, existem sistemas de gestão de frotas e localização GPS que recolhem e registam o total de quilómetros realizados e o total de quilómetros profissionais, permitindo assim distinguir o uso da viatura para efeitos de trabalho ou em benefício pessoal.










