Archive for the ‘Gestão de Frotas’ Category
8 dicas para uma condução mais segura
A média dos acidentes pode custar a uma empresa mais de 13 mil euros, segundo dados da organização norte-americana para a segurança rodoviária (NHTSA – National Highway Traffic Safety Administration). Quando o condutor fica ferido, a factura sobe até aos 60 mil euros, e até aos 404 mil se houver mortes envolvidas. As boas notícias, dizem os especialistas, é que a maioria dos acidentes rodoviários podem ser evitados.
Assim, a NHTSA desenvolveu, para o meio empresarial, os conselhos mais importantes para evitar acidentes na estrada. Conheça-os e aplique-os na sua empresa.
1. Envolvimento – Para aplicar uma efectiva política de segurança na sua empresa, é importante que tanto a administração como os gestores de frota se envolvam no cumprimento da mesma, dando o exemplo aos seus funcionários. Desta forma, os condutores compreendem a importância deste plano.
2. Política de segurança por escrito – É importante desenvolver uma política de segurança e passá-la por escrito, de forma a que todos os visados a conheçam e possuam uma cópia. O documento prova, assim, um acordo que visa o cumprimento da regras de segurança na estrada, e o bom comportamento ao volante, de modo a prevenir acidentes.
3. Contratos – A NHTSA defende que devem ser estabelecidos contratos quanto ao uso das viaturas da empresa. Por exemplo, se o condutor pode levar o carro da empresa para casa, ou se pode mantê-la ao fim-de-semana.
4. Relatórios de actividade – Os gestores de frota devem monitorizar o comportamento dos condutores, de forma a detectar os potenciais problemáticos. Através de sistemas de gestão de frota, que geram relatórios de velocidade, o gestor de frota sabe como se comportam os seus funcionários ao volante, e possui provas se necessitar de abordar algum deles quanto à sua atitude.
5. Investigação – Todos os acidentes devem ser reportados à polícia e investigados. Assim, podem ser apurados os responsáveis.
6. Manutenção e inspecção – Muitos acidentes podem ser prevenidos se o carro estiver em bom estado. É importante realizar check-ups periódicos às viaturas.
7. Incentivos e recompensas – Se o condutor souber que, mantendo um bom comportamento ao volante e prevenindo acidentes, for recompensado ou elogiado, irá adoptar uma condução mais segura.
8. Formação – Um sistema de formação contínua melhora significativamente o desempenho dos condutores, que assim aprendem formas de garantir uma condução mais segura. O projecto Eco-condução, a acontecer em Portugal, é disso um bom exemplo. Esta campanha motiva os condutores a adoptar um comportamento preventivo, e promove a redução de emissão de poluentes.
Athlon duvida que extensão de contratos seja boa solução
Como vai o mercado reagir a uma oferta de veículos usados com mais um ano de idade e mais quilómetros?, pergunta Carlos Costa, sales manager da Athlon CarLease Portugal, o mais recente dos players do mercado nacional.
Quer razões justificam o abrandamento do sector no último ano? Que consequências teve no sector?
Sem duvida que a crise foi a grande causadora do abrandamento do sector. De realçar que a descida dos preços dos veículos usados originou uma nova forma de manter os clientes, através da extensão de contratos. Com isto as empresas mantiveram o numero de contratos activos e, ao mesmo tempo, evitaram problemas de funding, pois desta forma não há investimento. Mas, por outro lado, com estas extensões o valor contabilístico dos activos baixou e criou outra grande dúvida: Como vai o mercado reagir a uma nova realidade na oferta de veículos usados, com mais um ano de idade e mais quilómetros?
Que expectativas tem para este ano?
Perante esta realidade, este ano só pode ser melhor, pois a solução de estender contratos seguramente não é a galinha dos ovos de ouro e, por outro lado, é este ano que os contratos estendidos no decorrer de 2009 irão terminar. Assim, adivinha-se um ano bastante positivo para o sector. Pelo menos acredito que iremos recuperar os níveis de crescimento anteriores a 2009.
Como decorreu o exercício de 2009 para a Athlon Car Lease?
O ano de 2009 foi o primeiro ano de actividade da Athlon Car Lease Portugal, e olhando aos resultados do sector, podemos afirmar que não foi um mau ano. É verdade que ficámos aquém das expectativas, mas não nos podemos esquecer que essas mesmas expectativas foram criadas tendo por base um histórico do sector até 2008, e sabemos que se houve ano atípico neste sector, esse ano foi o de 2009. O início de 2010 demonstrou já que este ano estaremos em condições de fazer bons resultados, equilibrando os números feitos em 2009
No desenrolar da actividade da AOV, que vantagens existem na ligação a grupos financeiros e/ou a empresas de rent-a-car?
A Athlon Car Lease enquanto empresa pertencente ao Grupo Rabobank, uma das únicas instituições financeiras classificada com Triplo-A, tem como pilares a solidez e a disponibilidade financeira para fazer face ás exigências do mercado. Desta forma o facto de termos uma relação estreita a um grupo financeiro com esta dimensão traz-nos grandes benefícios no que concerne não só a condições e acesso preferenciais ao funding, mas também na captação de novos clientes multinacionais com relações de parceria nos 29 países onde estamos, através da divisão de leasing do grupo Rabobank, a De Lage Landen.
Tem alguma parceira com marcas automóveis?
A Athlon Car Lease e a Renault tornaram-se parceiros no desenvolvimento de veículos eléctricos, a nível internacional, de forma a: tornar disponíveis os veículos Zero-Emissões, já a partir de 2011. Como parte de sua estratégia de Responsabilidade Social Corporativa, a Athlon Car Lease International, desenvolveu os cinco passos do Plano de Mobilidade Sustentável. Uma parte deste plano é o desenvolvimento de um plano da Athlon designado “Charged”, para o Veículos Eléctricos. O “Charged” ajudará a criar um novo modelo de negócio na nova cadeia de valor EV envolvendo tanto os carros, como as baterias, criando infra-estruturas e desenvolvendo uma one-stop-shop para os nossos clientes e utilizadores finais.
in Jornal de Negócios
ALD Automotive: “2010 será um ano expectante”
A instabilidade dos mercados e a crise do sector automóvel obrigaram a uma concentração no número de operadores no mercado do renting. Em 2010, o sector continuará expectante, mas o crescimento sustentado prosseguirá, assegura Nuno Jacinto, Director Comercial Corporate, da ALD Automotive.
Quer razões justificam o abrandamento do sector no último ano? Que consequências teve no sector?
Nos últimos anos, a deterioração da conjuntura económica alterou significativamente o paradigma dos investidores, que passaram a procurar mercados de menor risco financeiro e operacional. Especificamente, a crise do sector automóvel (novos e usados) aliada à instabilidade dos mercados financeiros, originaram severas flutuações no Aluguer Operacional que obrigaram à concentração do número de operadores, à redefinição de estratégias e ao reposicionamento dos preços praticados.
Essencialmente o mercado ajustou-se pelo preço. A quebra da procura de usados reflectiu-se na descida dos preços, em alguns modelos em mais de 20%. As vendas continuaram mas a preços bastante inferiores aos anteriormente praticados. Naturalmente que esta quebra influencia directamente os valores residuais e, consequentemente, o valor das rendas praticadas em aluguer operacional.
De facto, as oscilações registadas no mercado de usados têm tido forte impacto nos valores residuais. Estas alterações resultam não só das incertezas quanto às novas fontes energéticas e sua respectiva aplicação ao sector automóvel, como também da introdução da nova fiscalidade automóvel (por ex: aumento da componente ambiental no imposto de matrícula) e actual contexto económico.
Que expectativas tem para este ano?
Para 2010 teremos ainda um mercado expectante em relação às consequências das alterações registadas ao nível da fiscalidade e de outras que poderão constituir um desafio, ao nível contabilístico. Mas o crescimento sustentado do sector, deverá prosseguir sem dificuldades.
Como decorreu o exercício de 2009 para a a ALD Automotive Portugal?
A ALD Automotive Portugal gere hoje uma frota com mais de 10000 veículos distribuídos por cerca de 1300 Clientes, posicionando-se entre os cinco maiores operadores do mercado. Com um crescimento de 36% nos últimos 5 anos (frota e clientes), os cerca de 70 colaboradores da ALD Automotive estão maioritariamente sediados em Lisboa, com uma representação na cidade do Porto através de uma filial. O crescimento da nossa frota tem demonstrado, definitivamente, um movimento ascendente. Este facto é traduzido pelo aumento de 36% registado nos últimos cinco anos, reflectindo um crescimento médio anual de 11%, e a expectativa é manter o curso de crescimento nos dois dígitos.
No plano europeu, a ALD Automotive é o segundo maior operador de AOV, registando uma taxa de crescimento anual na ordem dos 10%. Presente em 40 países, o grupo aposta cada vez mais nos mercados emergentes, onde se incluem a China e a Índia.
Que expectativas tem em relação ao futuro?
Nos próximos anos a ALD Automotive faz questão de manter a sua estratégia actual de crescimento, focalizando-se na qualidade da sua gestão, na constante adaptação à especificidade de cada Cliente e na optimização dos seus serviços, não esquecendo as preocupações ao nível da Responsabilidade Social, que cada vez mais revestem o funcionamento da nossa empresa.
No desenrolar da actividade da AOV, que vantagens existem na ligação a grupos financeiros?
Podemos falar no caso particular da ALD Automotive cujo accionista único é o Grupo Société Générale, um dos maiores grupos financeiros do mundo. O AOV tem a característica de ser um negócio de capital intensivo, algo que os grandes grupos financeiros conseguem sustentar por normalmente terem a solidez necessária.
in Jornal de Negócios
Locarent: “Vamos alargar os nossos canais de distribuição”
Para já dependente das redes da CGD e do BES, os accionistas da empresa, a Locarent quer alargar a oferta de serviços e os canais de angariação de novos clientes, afirmam Maurício Duarte Marques e José António Português, da Direcção Marketing da empresa.
Que razões justificam o abrandamento do sector no último ano?
O mercado de renting em Portugal tem vindo a afirmar-se, nesta última década, como uma solução de financiamento automóvel racional e cada vez mais profissionalizante. Com efeito, a externalização de uma actividade não core ao negócio com os benefícios resultantes da gestão especializada e sem incorrer em risco de desvalorização da frota, bem como os ganhos competitivos no plano fiscal e contabilístico, têm permitido ao Renting/AOV crescer consecutivamente e ganhar quota nas vendas automóveis a nível nacional. Contudo, em virtude de uma grave crise económica e financeira à escala mundial, o sector automóvel revelou-se particularmente vulnerável e esse impacto teve um efeito natural e consequente na solução de renting/AOV.
Que consequências teve no sector?
A crise manifestou-se com a descontinuidade de alguns players de mercado e perspectivas de concentração. Todavia trouxe novas oportunidades de crescimento sobretudo em Gestoras de Frota com sólidas fundações do seu modelo de negócio, como é o caso da Locarent. Paralelamente, nestes últimos anos, verificou-se uma clara presença deste sector na distribuição bancária, tendo sido nesse quadrante onde se verifica o crescimento do sector, revelando uma tendência para o futuro.
Como decorreu o exercício de 2009 para a empresa?
Não obstante a quebra significativa nas vendas de 2009 no sector automóvel e de Renting em Portugal, fruto da conjuntura económica global, a Locarent concluiu o ano com 17.001 viaturas, mais 8,2% de crescimento numa base de comparação anual.
Que expectativas têm para este ano?
Os objectivos para 2010 passam por consolidar e reforçar a posição da empresa no mercado AOV e optimizar a relação/fidelização junto dos actuais e potenciais clientes – oriundos das redes bancárias dos grupos accionistas – através da melhoria da qualidade de serviço prestada. A este respeito a empresa tem em fase de conclusão um projecto de organização interna durante o ano de 2010.
Por outro lado, a Locarent pretende reforçar a oferta disponível, indo ao encontro das necessidades dinâmicas e específicas da sua carteira de clientes.
No desenrolar da actividade da AOV, que vantagens existem na ligação a grupos financeiros e/ou a empresas de rent-a-car?
A Empresa iniciou a sua actividade em 2004 e é detida, de forma paritária, pelos grupos Caixa Geral de Depósitos e Banco Espírito Santo, assentando a angariação de negócio nos canais bancários desses dois bancos. Dada a representatividade destas duas entidades bem como o seu grau de capilaridade, o potencial de negócio com vista ao crescimento é significativo. A Locarent mantém como únicos canais de angariação de negócio as redes bancárias dos accionistas. Todavia, o seu plano estratégico aponta ao alargamento, a médio prazo, a novos canais de distribuição.
in Jornal de Negócios













