Archive for the ‘Gestão de Frotas’ Category
Frota da ALD aumenta 30 por cento
A ALD Automotive Portugal, revelou que o final do ano de 2009 e o primeiro trimestre de 2010 significaram um aumento positivo no seu volume de frota gerida – 12 300 unidades.
Um crescimento na ordem dos 30% da frota da ALD Automotive Portugal, facto que se explica pelo aumento de Contratos de Gestão e de Aluguer Operacional. Uma evolução que a empresa tem vindo continuamente a registar, através da gestão de contas directas e de parcerias estabelecidas, representada no crescimento médio anual de dois dígitos.
A gestora de frotas tem evidenciado um movimento ascendente, apresentando nos últimos cinco anos (Dez. de 2004 a Dez. de 2009) um aumento de 36% da sua frota instalada, o que perfaz uma média anual de 11%.
in Revista EuroTransporte
Uso do telemóvel pode custar a uma empresa milhões de euros
Uma seguradora foi condenada ao pagamento de quatro milhões de euros pela morte de dois ciclistas por uma motorista do North Carolina, enquanto conduzia o carro da empresa, em 2007, segundo o site Automotive Fleet. A condutora, Sharon King, estava a usar o telemóvel na altura da colisão, que vitimou Tom Hoskins e Lee Ann Barry. King foi julgada culpada por condução negligente num tribunal de South Carolina.
Os advogados dos ciclistas alegaram que King estava ao telemóvel no momento do acidente. Apresentaram os registos do telemóvel de King e um testemunho da mulher com quem King estava a falar, que declarou ter ouvido o barulho da colisão pelo telemóvel, como prova de que Sharon King estava distraída da estrada devido ao telemóvel.
O estado de South Carolina ainda não proibe enviar mensagens ou falar ao telemóvel ao volante, mas está a ser discutida uma lei contra este comportamento. Mesmo que a lei não seja aprovada, as empresas não devem esperar pela legislação para implementar políticas de segurança sobre o uso do telemóvel. O caso de King demonstra os custos da distracção ao volante durante o tempo de trabalho são muito elevados.
Em resposta a esta notícia, Will Murray, Director de Investigação para a empresa norte-americana de Sistemas Interactivos de Condução, disse: “Todas as empresas que exigem que os seus colaboradores conduzam durante o horário de trabalho, com veículo da empresa ou o próprio, devem ter políticas rígidas quanto ao uso de dispositivos de comunicação móveis – incluindo aqueles que são disponibilizados pela empresa“.
Gestão de frotas como solução para as PME
O renting é uma oferta integrada de serviços que tem por base o aluguer operacional de um veículo novo durante um determinado prazo ou quilometragem e mediante o pagamento de uma renda.
Uma das principais vantagens do renting, quer seja para as PME como para as organizações de maior dimensão, explica António Oliveira Martins, vice-presidente da Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting (ALF) com o pelouro do Renting, “é a redução de custos que, dada a situação mais atribulada do ponto de vista económico e financeiro, se torna numa mais-valia de grande peso“.
O renting, acrescenta, permite beneficiar de economias de escala e de um maior controlo de intervenções nas viaturas e respectivos custos associados. “Recorrendo a este produto, as PME podem concentrar todos os seus recursos na sua actividade principal, deixando as frotas de consumir tantos recursos“, sublinha.
O recurso ao renting permite ainda, segundo este responsável, “uma grande poupança nos serviços de apoio à gestão, uma vez que as empresas passam igualmente a beneficiar de serviços profissionais e especializados de aconselhamento fiscal, contabilístico, entre outros, úteis para o negócio, que, se optasse por uma frota própria, teriam de ser contratualizados separadamente, originando assim custos adicionais”.
Os contratos de renting prevêem a substituição de veículos no final de um prazo, que pode ir de 12 a 54 meses ou ao ser atingido um número de quilómetros previamente estabelecido. Por este facto, explica António Oliveira Martins, “as PME não terão de preocupar-se com a desvalorização das suas viaturas, mantendo uma frota sempre actual e operacional, o que nem sempre é possível com uma frota própria, com os veículos sujeitos ao envelhecimento e obrigatória troca”.
Actualmente, as gestoras de frotas disponibilizam aos seus clientes aplicações online com recurso às mais modernas tecnologias, permitindo um acompanhamento mais eficiente da sua frota e consequentes reduções de custos.
António Oliveira Martins diz também que, através de programas “amigos do ambiente”, as PME conseguem implementar uma gestão mais eficiente e ecológica da sua frota automóvel, identificando oportunidades para redução de emissões poluentes, assim como melhorar a eficiência e respectivos consumos de combustível dos veículos.
No âmbito dos contratos de renting, acrescenta, é também disponibilizado um apoio permanente (24h/dia) aos clientes, para além do serviço possibilitar que as intervenções de manutenção e outras sejam escrutinadas pelos seus técnicos especializados e que as respectivas facturas sejam conferidas de uma forma muito cuidada. Deste modo, são evitados custos com sobrefacturação ou com facturação de intervenções desnecessárias.
O Renting está preparado e trata de qualquer tipo de veículo de uma forma profissional, incluindo as viaturas “amigas do ambiente”, ou seja, as soluções existentes são as necessárias para responder às especificidades da frota do cliente, independentemente de se tratar de carros de passageiros ou comerciais. Existe pouca diferença na gestão de diferentes tipos de viaturas, sendo mais importante a intensidade de utilização da viatura.
Importa realçar que as Rentings possuem uma vasta capacidade e experiência para lidar com a gestão de frotas comerciais nas suas mais diversas formas e objectivos, gerindo já este sector mais de cem mil viaturas.
Os desafios
É impossível fugir às consequências que, desde finais de 2008, a crise económica começou a ter no País, salienta António Oliveira Martins. Esta foi uma situação nova para as empresas, dado que o sector do Renting tem crescido a taxas bastante elevadas, que não se verificaram em 2009.
Mas, segundo o feedback que a ALF tem recebido por parte das suas associadas, este período tem contribuído para um maior amadurecimento do sector e a uma maior profissionalização dos operadores na procura de soluções adaptadas às necessidades de cada empresa e com mais serviços de valor acrescentado para o negócio dos clientes.
“Pensamos que o pior já terá passado e as empresas podem contar com Rentings mais fortes e sólidas e mais cientes das necessidades dos seus clientes”, conclui o presidente da ALF.
in PME News, Oje
Os casos mais bizarros da gestão de frotas
Costuma-se dizer que rir é o melhor remédio. De facto, há gestores de frota que não têm outra opção. Conheça as histórias mais bizarras que aconteceram nesta área, que gestores de frota norte-americanos partilharam com o site Automotive Fleet.
Acidentes com vacas
Um motorista fazia entregas à noite com a carrinha da empresa, no estado de Iowa, quando bateu contra uma vaca. O incidente tornou impossível arrancar com a carrinha, pelo que o condutor ligou para a polícia, e pediu um reboque.
A polícia chegou ao local do incidente, e pouco depois avistou, assim como o motorista, uma carrinha de reboque na sua direcção. No entanto, a carrinha parou a meio quilómetro da sua localização, algo que a polícia e o condutor estranharam. Foi então que a polícia recebeu uma chamada do reboque, informando que também tinha batido contra uma vaca.
Afinal, foram precisas duas carrinhas de reboque.
Janelas assassinas
Um gestor de frota contratou um condutor que não queria escolher o seu carro. “Diga-me que carro devo conduzir, e eu levo-o”, disse-lhe.
No dia em que lhe entregaram o carro, o condutor ligou ao gestor de frota, dizendo que as janelas – com vidros eléctricos -, não estavam a funcionar. O motorista estava a tentar abrir as janelas com o motor desligado. No dia seguinte, ligou novamente ao gestor de frota, dizendo que as janelas queriam matá-lo. O elevador estava com problemas, e as janelas abriam e fechavam sem que o condutor pudesse impedi-lo. Então, o gestor de frotas levou o carro para a oficina. O carro foi entregue três dias depois, mas o condutor ainda estava convencido que as janelas o queriam matar, e nunca mais quis conduzir aquele carro. O gestor de frota não teve outra opção senão atribuir o carro a outro motorista, e entregar-lhe outro (sem vidros eléctricos).
Nota: O carro ainda está naquela empresa e ainda não matou ninguém.













