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Preço médio do combustível

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Archive for Março, 2010

GPL reduz factura de combustível até 50%

Terça-feira, Março 30, 2010 @ 05:03 PM
admin

Se o aumento do preço dos combustíveis já está a fazer mossa na sua empresa, mude para GPL. A poupança pode ir até 1000 euros por ano.

A subida do preço dos combustíveis desde o início do ano está a começar a “apertar”. No final de 2009, encher um depósito de 55 litros com gasolina 95 octanas custava 71,23 euros, agora custa mais 4,12 euros. Segundo os dados da Direcção-Geral de Energia e Geologia, a gasolina 95 e 98 octanas custava a 21 de Março, em média, 1,37 euros e 1,43 euros por litro, respectivamente. Já o preço médio do gasóleo ascendia a 1,12 euros por litro. São os preços mais elevados do último ano e meio. Mas há uma forma simples de lhes escapar.

Poupe a carteira e o ambiente

A alternativa chama-se Gás de Petróleo Liquefeito (GPL). É uma alternativa menos poluente e custa apenas 0,65 euros por litro, 52% mais económico que a gasolina. Para mudar basta instalar um kit de GPL no automóvel. O preço deste equipamento pode variar entre 800 e 2500 euros e depende de 3 componentes essenciais do carro: a potência, a cilindrada e o tipo de sistema de ignição. Por exemplo, para um Renault Clio, o carro mais vendido em 2008, a instalação custa 1650 euros, segundo a Auto-Ecologia, uma empresa especializada em instalações de GPL.
Para um veículo que faça 25 mil quilómetros por ano e gaste 6 litros de gasolina por cada 100 quilómetros percorridos, a poupança conseguida pelo GPL ascende a 1080 euros. Ou seja, basta ano e meio para recuperar o investimento inicial. Num automóvel a gasóleo, o tempo de retorno sobe para 4 anos, devido ao menor consumo do automóvel e à menor diferença de preço entre os combustíveis.

Outros custos a considerar

Não há dúvidas que no campo económico, o GPL ganha vantagem à gasolina e até ao gasóleo no longo prazo. No entanto, adaptar um veículo ao consumo de GPL pode trazer alguns constrangimentos, como ficar impedido de entrar em parques de estacionamento cobertos ou perder espaço na bagageira . Há também que contar com menos postos de abastecimento – há apenas 300 em todo o país -, embora este não seja um problema de maior uma vez que o automóvel continua a poder trabalhar a gasolina ou gasóleo.

10 Dicas para uma condução ecológica

GPL: Para mudar o tipo de combustível das viaturas da sua frota, terá que se dirigir a um instalador autorizado de GPL, que poderá ser responsável por toda a documentação inerente ao processo.

in Expresso

Híbridos da Mitsubishi poupam 5 mil litros de combustível

Terça-feira, Março 30, 2010 @ 04:03 PM
admin

Nos últimos 18 meses, a Mitsubishi Fuso colocou 10 unidades da Canter Eco Hybrid nas frotas de oito clientes da zona de Londres – essencialmente, empresas de correio expresso como a TNT, a DHL e a Royal Mail; de manutenção de estradas ou de electricidade, como a Ringway e a Amey; ou de cadeias de distribuição, como a Tesco e a Banner – por um período de três anos, que terminará em Agosto de 2011. “Não lhes pedimos nada, nem que circulassem por estradas ‘fáceis’ ou uma condução mais suave, apenas o serviço do dia-a-dia”, revelou Ian Jones, director-geral dos veículos comerciais Mercedes-Benz no Reino Unido.

No total, estas Canter já percorreram mais de 260 mil quilómetros (com médias que variam entre os 12 e os 48 mil quilómetros), que se traduziram por poupanças de 5000 litros de gasóleo e por uma redução de 13 toneladas de CO2. A Canter Eco Hybrid consome menos 10 a 15% de combustível (menos de 17 litros aos 100 km) do que um camião convencional equivalente (7,5 toneladas), “e com o sistema de ‘stop and start’ idêntico às Canter que circulam no Japão, poderiam ter poupado mais 4,5 a 7,8%”, revelou Fumio Akikawa, director do Global Hybrid Center da Mitsubishi Fuso.

“Verificámos que os veículos encontraram em Londres condições mais severas do que os testados no Japão. A velocidade média foi praticamente o dobro e com mais peso transportado, mas sem problemas de maior”, sublinhou Ian Jones. Estas performances traduziram-se por uma maior regeneração de energia na desaceleração (energia que é usada na aceleração seguinte) e, consequentemente, por uma maior eficiência na utilização do sistema híbrido (84,7%, no caso das Canter operadas pela TNT).

Componentes híbridos

Construídos na fábrica portuguesa do Tramagal – que produz este veículos em exclusivo para toda a Europa – os chassis-cabina da Canter foram depois para Magstadt, na Alemanha, onde lhes foram instalados os componentes híbridos, como o motor eléctrico MHI (Mitsubishi Heavy Industries), as baterias de iões de lítio Hitachi (96 células com um total de 346 v/5.5 Ah e uma capacidade de 1.9 kWh), desenhadas para uma vida útil de 10 anos ou 180 mil milhas/300 mil quilómetros.

Eco-frotas para reduzir custos

No sistema de híbrido paralelo adoptado pela Fuso, o motor eléctrico é acoplado ao motor a diesel de 3.0 litros de cilindrada (com 145 cv de potência e um binário de 362 Nm), com um inversor, uma embraiagem automática e uma transmissão semi-automática ATM (Automatic Manual Transmission). A vantagem deste sistema traduz-se pela possibilidade de o motor eléctrico estar apto a ser o propulsor do camião por si só e em paralelo com o motor a combustão. Algo que o condutor da Canter Eco Hybrid facilmente experimenta nos momentos iniciais de arranque do veículo.

Desde 2006, que uma equipa de uma centena engenheiros liderada por Fumio Akikawa trabalha no desenvolvimento destes veículos no Global Hybrid Center da Mitsubishi Fuso, em Kawasaki, no Japão. “Concentramos ali todo o know-how alemão, japonês e americano, mas também uma central de compras de componentes híbridos, que são muito caros. Depende de cada país mas, sem subsídios, a comercialização destes veículos não seria viável” confessa o mesmo responsável. No Japão, a diferença de preço entre uma Canter convencional e uma Eco Hybrid ronda os 10 mil, beneficiando de um incentivo de 8000.

Preço acessível

Este engenheiro japonês ainda não tem data para aquilo que define como o “momento mágico”, em que as poupanças obtidas, conjugadas com um preço acessível da viatura, tornarão o retorno do investimento exequível. “O custo das baterias está a descer significativamente de ano para ano, sendo hoje cerca de metade do que era há cinco ou seis anos”, lembra.

Com base nos resultados recolhidos neste teste londrino, Fumio Akikawa e a sua equipa trabalham já na terceira geração da Canter Eco Hybrid, caracterizada por uma maior optimização da recuperação de energia e por uma maior eficiência da conjugação entre inversor e motor. No horizonte do construtor, está um veículo especificamente desenhado para o mercado europeu.

Kangoo Z.E.: O veículo eléctrico da Renault para frotas

Face ao sucesso já demonstrado, com as vendas a crescerem apesar da recessão económica, Ian Jones prevê um grande sucesso para a Canter híbrida. Além do Japão, estas viaturas já foram introduzidas em Hong Kong, na Austrália e na Irlanda e chegarão, brevemente, a Singapura e à Europa. Circulam, actualmente, pouco mais de 1000 unidades da Canter híbrida, 99% das quais unidades produzidas no Japão.

Contudo, ainda não há datas para a entrada em produção da Mitsubishi Fuso Canter Eco Hybrid na fábrica do Tramagal. “Tudo depende do volume de procura”, frisa Fumio Akikawa. As previsões da fábrica portuguesa, para 2010, apontam para uma produção entre as 6000 e as 7000 unidades, número que poderá ser revisto em alta em função do aumento das encomendas.

O ano de 2010 marca, igualmente, o 30º aniversário do arranque da construção das primeiras unidades da Mitsubishi Canter em Portugal (1980), onde é agora produzida para três dezenas de mercados europeus. Desde 2003, a Fuso Canter foi integrada no portfólio de produtos da Daimler Trucks.

in Expresso

No Brasil, as frotas têm controlo rígido

Terça-feira, Março 30, 2010 @ 11:03 AM
admin

As empresas do sector privado no Brasil compreenderam as vantagens dos sistemas de gestão de frotas via localização GPS, e tornaram esta ferramenta uma base de trabalho essencial.

De facto, estas empresas realizam um controlo rígido das suas frotas a partir destes sistemas, de modo a reduzir os gastos operacionais e custos de combustível. Segundo Avelino Lombardi, Director de uma empresa de segurança privada no Brasil, “como ninguém está disposto a pagar por eventuais excessos, temos de fazer uma monitorização rígida”.

Na empresa de segurança de Lombardi, as deslocações, os consumos de combustível, as paragens e as visitas a clientes são controladas 24 horas por dia.

Para Lombardi, também é importante passar uma boa imagem da empresa. Assim, reduzir a sinistralidade está na ordem do dia.

in Clicrbs.com.br

ANTRAM solicita reunião urgente com PM

Terça-feira, Março 30, 2010 @ 08:03 AM
admin

A Associação de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) pediu uma audiência ao primeiro-ministro para expor os problemas do sector, contestar a introdução de portagens nas SCUT e propor a harmonização fiscal com Espanha.

“Não encontrámos soluções para os vários dossiers que temos em cima da mesa, alguns dos quais vêm do anterior Governo”, disse à Lusa o presidente da ANTRAM, António Mousinho.

Em cima da mesa estão, segundo o presidente da associação, as ajudas de custo TIR, a contestação à introdução de portagens nas autoestradas sem custos para o utilizador (SCUT) e possível harmonização fiscal entre Portugal e Espanha.

Quanto às ajudas de custo TIR (verba mensal atribuída aos transportadores que realizam serviço de transporte internacional), António Mousinho diz que não existe ainda uma solução nesta matéria, afirmando que “a lei que saiu no ano passado não vinha preparada no sentido de poder ser aplicada de forma objectiva e rápida”.

A associação, que tem cerca de 4.000 associados, contesta também a introdução de portagens nas SCUT, uma medida prevista no Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC).

Camionistas portugueses sentem-se asfixiados

“A ANTRAM entende que a maioria das SCUT não tem alternativas adequadas ao tráfego que hoje passa nas SCUT. Não existindo alternativas, não faz sentido que as SCUT sejam portajadas”, defendeu António Mousinho.

O presidente da ANTRAM disse que a possibilidade de harmonizar o ISP com Espanha é outro dos assuntos que “está em cima da mesa e que não foi tratado”.

Comissão contra SCUT promove marcha lenta

A este propósito, António Mousinho disse que os “combustíveis estão novamente a aumentar assustadoramente sem razão aparente”.

“O barril [de brent] está a 80 dólares e todas as semanas os combustíveis tem vindo a aumentar. Já aumentaram cerca de oito por cento desde Dezembro”, acrescentou.

O presidente da ANTRAM disse que a associação solicitou a intervenção do primeiro-ministro, José Sócrates, porque o Ministério dos Transportes “não consegue ultrapassar a barreira dos ministérios do Trabalho e das Finanças”.

“Existindo esta situação de bloqueio institucional, só a intervenção superior do senhor primeiro-ministro poderá ser a solução para os problemas que temos em mãos”, afirmou António Mousinho, referindo que estes assuntos “não envolvem acréscimo de despesa pública”.

Conheça as reivindicações de António Mousinho:

in Diário de Notícias

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