Preço da Gasolina voltou a Subir
Atestar de gasolina o depósito do carro (50 litros) já custa mais de 84 euros, depois do aumento de um cêntimo ontem na BP (1,679 euros), e de 2,5 cêntimos nas bombas da Galp (1,684 euros). O gasóleo não escapa à subida, tendo as duas petrolíferas também subido um cêntimo por litro, para 1,49 euros.
Desde o início do ano, e de acordo com dados da Direcção–Geral de Energia, o preço do litro da gasolina já aumentou 10,3 cêntimos (6,7%) e o do gasóleo 5,6 cêntimos (4%).
O aumento dos combustíveis reflecte a subida do valor do barril de petróleo Brent, a referência para Portugal, que ontem estava em 120,59 dólares, o valor mais alto desde 15 de Junho de 2011.
No entanto, esta não é a única justificação para os preços praticados em Portugal. Segundo um estudo a que o CM teve acesso, “as descidas do petróleo não são linearmente acompanhadas, nem em tempo nem em valor, com as descidas dos preços dos combustíveis”. Mas, no que toca às subidas, “não só são praticamente imediatas como com acréscimos superiores aos que se registam no aumento do crude”, aponta o autor, Casimiro Ramos, do Centro de Investigação e Gestão do Instituto Superior de Gestão.
O pico dos preços verificou–se a 4 de Julho de 2008, com o barril de crude a valer 141,07 dólares, mais 20 dólares do que o preço actual. Mas ao consumidor a gasolina 95 custava então 1,517 euros e o gasóleo 1,419. Apesar do aumento dos preços e do IVA, “a receita para o Estado tem diminuído” e a subida dos custos de produção tornou as empresas nacionais “menos competitivas e mais débeis no mercado europeu”.
Para Casimiro Ramos, “é óbvio” que só as petrolíferas ganham com a política de preços, “as únicas que apresentam lucros assinaláveis, mesmo nos períodos de maiores dificuldades para as empresas, sendo completamente insensíveis às dificuldades dos consumidores”.
COBRANÇA NO ISP CAI 9,3 POR CENTO EM JANEIRO.
Segundo os números da execução orçamental referentes ao mês de Janeiro, a cobrança do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) sofreu uma queda de 9,3%. São menos 19,6 milhões de euros que entram nos cofres do Estado num só mês.
Esta quebra reflecte a contracção na venda de combustíveis, que se articula também com a quebra na venda de automóveis. As receitas do Imposto sobre Veículos caíram 43,9% no primeiro mês do ano, menos 39,4 milhões do que em 2011.
Fonte: Correio da Manhã
Gasolina volta a subir e nunca foi tão cara
Litro de gasolina já custa mais de 1,7 euros em alguns postos. Gasóleo está a meio cêntimo do máximo histórico.
O preço da gasolina subiu esta semana em todos os postos do país e está no valor mais alto de sempre. No mesmo sentido, o ‘diesel’, – que já renovou máximos duas vezes este ano – voltou a ficar mais caro e está a meio cêntimo de ultrapassar o preço histórico de 1,499 euros por litro.
No caso da Galp, líder de mercado, o preço de referência da gasolina aumentou 1,5 cêntimos. Nos postos da petrolífera nacional, um litro de gasolina custa agora 1,659 euros, enquanto o gasóleo subiu 2,5 cêntimos para os 1,489 euros.
Na Cepsa, o preço da gasolina também encareceu 1,5 cêntimos. Aqui, um litro de sem chumbo 95 passou a custar o mesmo que na Galp – 1,659 euros -, ao passo que o gasóleo disparou 2,5 cêntimos para os 1,494 euros.
A Repsol seguiu a tendência e aumentou o preço da gasolina em 1,5 cêntimos desde segunda-feira, para os 1,664 euros, enquanto o ‘diesel’ subiu 2,6 cêntimos, durante o mesmo período, para 1,494 euros por litro.
Por último, a BP, actualizou os preços de ambos os combustíveis em dois cêntimos. A gasolina custa agora 1,669 euros, o nível mais elevado de sempre, enquanto o gasóleo vale 1,489 euros.
Segundo o último relatório de Bruxelas, depois de impostos, os preços médios da gasolina 95 octanas e do gasóleo praticados em Portugal ocupam a nona e a quinta posição no ‘ranking’ dos 27 Estados-membros, respectivamente. Antes de impostos, o cenário altera-se. Os preços da gasolina e do gasóleo sobem para a quinta posição dos países da UE com os combustíveis mais caros.
Fonte: Económico
Vendas a Novos Caem 47,4% em Relação a mês Homólogo
O mercado de automóveis ligeiros de passageiros registou, este mês de Janeiro, uma queda de 47,4 por cento em relação a igual mês do ano anterior, tendo sido comercializados 6.949 veículos, segundo dados da ACAP.
“Importa salientar que este mês de Janeiro registou o valor mais baixo de veículos vendidos no mesmo mês desde o período pós contingentação (01/01/1988)”, diz o comunicado da associação. “É uma situação que reflecte o agravamento da fiscalidade automóvel a partir do início do ano e o cenário recessivo em que a economia nacional se encontra, com uma acentuada queda do consumo privado e do investimento”.
Quanto ao mercado de veículos comerciais ligeiros, este registou uma quebra menos acentuada do que a de ligeiros de passageiros e que se situou em menos 13,9 por cento. “É de notar que, devido ao agravamento do ISV nos comerciais ligeiros a partir de 01/01/2012, no último dia do mês de Dezembro foi pago o ISV de muitos veículos que, no entanto, só puderam ser matriculados em Janeiro o que atenuou uma queda que se previa mais acentuada”, explica a associação. Em Janeiro foram comercializados em Portugal 2.116 veículos comerciais ligeiros.
Fonte: Fleet Magazine
Inosat desenvolve Central Nacional para ANTRAL
A Inosat, empresa nacional especializada em sistemas de gestão de frota através de tecnologia GPS, desenvolveu uma nova solução Inofrota especificamente destinada a solucionar as necessidades da gestão de frotas de táxis, a Central Nacional de Táxis Digital (CNTD), para a ANTRAL.
A tecnologia e know how da Inosat na área da gestão de frotas são aplicadas para dar resposta a uma das principais preocupações da ANTRAL, promover maior segurança para motoristas de táxi e passageiros, agora mais seguros com o sistema de “botão de pânico”.
A solução Inofrota permite a identificação de cada viatura e de cada condutor e ainda seguir a trajectória do veículo em tempo real. Em situação de perigo, o condutor pode accionar o “botão de pânico” instalado na viatura, que gera um alerta para a central com a informação da localização onde foi accionado, qual a viatura e respectivos dados, permitindo o seu seguimento imediato na aplicação pela central.
Além de permitir a poupança do consumo de combustível e a monitorização constante de toda a frota, a sua implementação reduz ainda o tempo de espera entre serviços sendo os pedidos enviados para o Navigator e via SMS para que seja aceite pelo motorista de táxi, com um tempo limite de resposta definido pela ANTRAL. Caso o motorista não aceite o pedido, o pedido passa imediatamente para outro motorista.
Fonte: Logística e Transportes Hoje









