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Michelin lança nova gama de pneus para camião

Segunda-feira, Março 4, 2013
admin @ 07:03 PM

A Michelin acaba de lançar a sua nova gama de pneus para camião de longo curso, o “X Line Energy”. Esta nova gama é um autêntico “3 em 1”, uma vez que inclui equipamento para todos os eixos do conjunto trator/semirreboque. O modelo “315/70 R 22,5 Energy D” é o mais adequado a equipar o eixo motriz/trator; o “315/70 R 22,5 Energy Z” está adaptado para ser utilizado em todas os eixos do camião; e o “385/55 R 22,5 Energy T”, é o mais indicado para equipar o eixo reboque. Segundo a Michelin, esta nova gama de pneus permite “otimizar a rentabilidade pela sua maior eficiência energética e a sua grande duração”. Por outro lado, a marca francesa refere que a série “X Line Energy constitui “uma resposta sólida e pragmática que permite diminuir bastante o custo total de utilização, economizando combustível, graças à sua eficiência em resistência ao rolamento e ao seu rendimento quilométrico derivado da sua conceção, que permite a “multivida”, mediante o reesculturado e o renovado MICHELIN Remix”. De acordo com a Michelin, e segundo testes realizados internamente, este novo produto (que vem substituir a gama MICHELIN X Energy SaverGreen) permite poupar até 962 litros de combustível por ano e evitar a emissão de 2.501 kg de CO2 para a atmosfera por ano e camião. Esta é já a quinta geração de pneus que diminui o consumo de combustível, no entanto, a nova oferta é igualmente mais eficiente, apostando-se numa lógica de mais rentabilidade, segurança e ecologia.

 

Fonte: Transportes em Revista

A União Europeia pode abandonar combustíveis poluentes

Sexta-feira, Janeiro 18, 2013
admin @ 04:01 PM

A União Europeia pode substituir a gasolina e gasóleo convencionais por energias renováveis sem recorrer a biocombustíveis com impactes negativos no ambiente, como aqueles que aproveitam culturas agrícolas, defende um estudo publicado esta quinta-feira e realizado pelo instituto de investigação holandês CE Delfta.

O documento elaborado a pedido das organizações não governamentais de ambiente europeias Greenpeace, BirdLife Europe, European Environmental Bureau e pela Federação Europeia dos Transportes e Ambiente foi divulgado em Portugal pela Quercus.

O trabalho diz que «os biocombustíveis de primeira geração, aqueles de produção agrícola, não são solução viável para descarbonizar os transportes». Assim, as organizações europeias apelam ao Parlamento Europeu e aos governos dos Estados Membros para se concentrarem nas soluções propostas.

O estudo explora vários cenários de desenvolvimento dos transportes e recomenda uma viragem urgente da política europeia no setor, colocando a prioridade sobre a eficiência energética e o maior desenvolvimento de tecnologias limpas, como os veículos elétricos. Uma das soluções apontadas foi o uso de biocombustíveis com menores impactes sociais e ambientais, chamados de segunda geração, ou seja, aqueles produzidos a partir de resíduos, como óleos alimentares usados e biogás proveniente de digestão anaeróbia de lixo urbano.

Segundo os ambientalistas, os Estados-Membros «podem cumprir as suas obrigações sem recorrer (ou com um recurso praticamente nulo) a biocombustíveis produzidos a partir de culturas agrícolas, como a soja, a colza e a palma», acrescentam.

Diretivas comunitárias fixam uma meta de incorporação de 10% de energias renováveis no setor dos transportes e a redução das emissões de gases com efeito de estufa dos combustíveis em 6%, até 2020.

 

Fonte: AutoFoco

VW lança oferta para adquirir o capital da MAN

Sexta-feira, Janeiro 11, 2013
admin @ 03:01 PM

manA Volkswagen (VW) vai apresentar uma oferta para adquirir o capital remanescente da MAN, com o objetivo de assumir o controlo total da fabricante de camiões alemã.

A maior construtora automóvel europeia, que já detém 75,03% dos direitos de voto, pretende alcançar um acordo de domínio com os restantes acionistas e abrir um processo de negociação com o conselho de administração da MAN, indica um comunicado ontem divulgado. A participação em causa está avaliada em cerca de 3,2 mil milhões de euros, tendo em conta o preço de fecho das ações na passada quarta-feira.

A VW quer garantir uma integração mais profunda entre a MAN, a sua própria divisão de veículos comerciais e a fabricante de camiões sueca Scania, que também controla, com o objetivo de ultrapassar Volvo e Daimler enquanto maior produtora de camiões pesados na Europa. Refira-se que a assinatura de um acordo permitiria à multinacional germânica integrar por completo a MAN nas suas operações.

Em concreto, a Volkswagen deve apresentar uma oferta exclusivamente em cash, pagando no máximo 95 euros por cada título da MAN, uma vez que as perspetivas para a empresa permanecem incertas, avançou Sascha Gommel, analista do Commerzbank, citado pela agência Bloomberg. O resultado operacional da MAN quebrou 39% nos primeiros nove meses de 2012, para 656 milhões de euros.

 

Fonte: Oje

unidasA Unidas, unidade brasileira da portuguesa SAG, celebrou um contrato para a compra de 100% da Best Fleet, uma empresa também brasileira na área do “renting” automóvel.

A Unidas deverá pagar aos vendedores, de acordo com um comunicado ontem divulgado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), 185 milhões de reais (69,4 milhões de euros) para concretizar a operação. “Este valor está sujeito a retenções e aos ajustamentos previstos no contrato”, adianta a empresa detida por Pereira Coutinho no documento.

A SAG Gestão – Soluções Automóvel Globais detém 52,72% do capital social da Unidas, partilhando a estrutura accionista da participada com fundos de investimento desde 2011. A unidade brasileira, comprada em 2001, é especializada em soluções de aluguer e gestão de frota automóvel.

Já a companhia que a Unidas vai adquirir na totalidade, a Best Fleet, centra-se na área de “renting”, onde há uma cedência temporária de automóvel mediante um acordo. A Best Fleet conta, segundo o comunicado emitido pela SAG, com uma frota “maioritariamente composta por viaturas de gamas superiores”.

As autoridades responsáveis por assegurar a Concorrência no Brasil ainda têm de dar o seu aval à operação que, para a SAG, vai permitir que a Unidas assegure uma “presença mais forte no segmento dos veículos executivos”.

“A conclusão desta transacção está dependente do cumprimento de determinadas condições precedentes estabelecidas no contrato, incluindo a obtenção da aprovação das Autoridades de Concorrência Brasileiras e realização de uma Assembleia dos Accionistas da Best Fleet”, adianta o documento.
A SAG, no último relatório e contas disponível, referente ao terceiro trimestre, apresentou um prejuízo de 913 mil euros, sendo que o resultado líquido da participada brasileira, de 2,1 milhões de reais (788 mil euros), deu um contributo positivo para o resultado líquido consolidado da SAG de 500 milhões de euros (no trimestre homólogo, o contributo da Unidas tinha sido negativo). O impacto teria sido maior caso, segundo explica a SAD no referido documento, a unidade não tivesse assumido imparidades.

 

Fonte: Negócios

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